O inglês é falado por 1,5 bilhão de pessoas;
O chinês por 1,2 bilhão;
O indu por 1,0 bilhão;
51 línguas são faladas por uma pessoa
1.500 línguas são faladas por menos de mil pessoas;
240 línguas são faladas por 96% dos seres humanos.
Acredita-se que daqui a l00 anos restarão 100 línguas;
24 daqui a 300 anos.
O inglês, espanhol e chinês e espanhol sobreviverão.
O português será incorporado pelo espanhol.

ALíngua Portuguesa

Noperíodo medieval, o português nasceu da cisão do galaico-português emdois falares distintos (galego e português).
A sua estrutura de língua novi-latina manteve-se mas recebeu, ao longodo seu período de formação, a contribuição de outras línguas,especialmente o árabe e as línguas germânicas.
No período renascentista, o grego e, principalmente, o latim eruditocontribuíram para uma maior variedade vocabular, e para a estruturaçãolingüística e gramatical.
Com as Grandes Navegações e as Descobertas, a língua portuguesa adotouvocábulos de diferentes origens.
Nos séculos XVIII e XIX, sofreu influência do francês.
No século XX, do inglês.

Aslínguas no Brasil

Antesde 1.500 havia 1.175 línguas.
Hoje são menos de 200. Certamente línguas indígenas.
O Brasil não tem dialetos.
No máximo, tem regionalismos.

Alíngua portuguesa no Brasil

Osdescobridores, os primeiros povoadores e os padres falavam o português.
Os índios potiguaras, viatãs, tupiniquins, caetés, tupinambás,guaranis, carijós, tapuias, aymorés, goytacazes e tamoios falavam suaslínguas. Foram identificadas na costa cerca de 76 nações e línguas. Sóno Amazonas existiam mais de 150. Os estudos das línguas indígenascomeçaram com o padre biscaino João Azpicuelta Navarro.
Os bandeirantes falavam a língua geral, mistura de português com aslínguas indígenas
Em 1583, as línguas africanas foram introduzidas no Brasil com achegada de quatro mil escravos da Guiné. Sofreriam alterações findo otráfico. Nina Rodrigues foi o primeiro a estudar as línguas e osdialetos da Guiné, Angola, Moçambique, Costa da Mina, Daomé e Sudão,predominando o nagô e o ioruba, na Bahia, e o quibundo, no Norte e noSul.
Em 1595, em Coimbra, foi publicada por Antônio de Mariz a “Arte deGramática da Língua mais usada na costa do Brasil”, feita pelo padreJosé de Anchieta que também elaborou “Diálogo da Doutrina Cristã” e“Arte da língua brasílica” a que todos os jesuítas deviam ler.
Em 1727, Dom João V fez saber ao governador do Maranhão que os índiosdeveriam ser instruídos na língua portuguesa.
Em 1755 em São Luís e Belém só se falava a língua tupica, inclusive nospúlpitos das igrejas.
Em 1757, O Código do Marques de Pombal ou a Lei do Diretório tinha porobjetivos vulgarizar a língua portuguesa Com ela se conseguiu mudar alíngua do Pará, São Paulo e Maranhão, determinando o ensino da línguaportuguesa.
Em 1768, o guarani era a língua usada na intimidade em S ???p?ão Paulo.
Em 1823, José Honório Rodrigues registrou in “Humanidades”, revista daUnB: A vitória real da língua portuguesa no Brasil só foi registrada300 anos depois da chegada dos descobridores, quando os brasileirosfalaram pela primeira vez sua própria língua, em reunião pública, nosdebates da Assembléia Constituinte de 1823”
O português é falado em sete países,espalhados por cinco continentes, por mais de 230 milhões de pessoas.
181,0 milhões no Brasil
18,9 milhões em Moçambique
12,0 milhões em Angola
10,0 milhões em Portugal
4,5 milhões de portugueses na Europa, América do Norte e América do Sul
1,1 milhão em Guiné Bissau
1,0 milhão em Macau, Timor Leste, Goa, Damão e Diu
434,0 mil em Cabo Verde
134 mil em São Tomé e Príncipe
A língua portuguesa tem um acervo de500 mil palavras.
A 1ª edição do VocabulárioOrtográfico da Língua Portuguesa, da Academia Brasileira de Letras, em1981, coordenado por Antonio Houais, registrou 360 mil palavras
Admite-se que hoje hajam:
160 mil na língua viva do Brasil e
140 mil na língua viva em Portugal.
Reformas Ortográficas na LínguaPortuguesa
Em 1911, Portugal adotou a 1ª reforma ortográfica
Em 1931, foi aprovado o 1° Acordo Ortográfico entre Brasil e Portugalpor iniciativa da Academia Brasileira de Letras e a Academia dasCiências de Lisboa
Em 1943, foi adotada a 1ª Convenção Ortográfica entre Brasil e Portugal
Em 1945, adotou-se a Convenção Ortográfica Luso Brasileira, em Portugale não no Brasil.
Em 1971, foi promulgada Lei, no Brasil, reduzindo as divergênciasortográficas com Portugal, com a simplificação.
Em 1973, foi promulgada Lei, em Portugal, reduzindo as divergênciasortográficas com o Brasil.
Em 1975, a Academia das Ciências de Lisboa e a Academia Brasileira deLetras elaboraram novo projeto de acordo que não foi aprovadooficialmente.
Em 1986, realizou-se no Rio de Janeiro o primeiro encontro dacomunidades dos países de língua portuguesa, tendo a AcademiaBrasileira de Letras apresentado o Memorando Sobre o Acordo Ortográficoda Língua Portuguesa. Também se realizou o Encontro de VerificaçãoOrtográfico da Língua Portuguesa, que teve como Secretário GeralAntonio Houaiss, que apresentou o documento Bases Analíticas daOrtografia Simplificada da Língua Portuguesa, em 1945, renegociada em1986.
Em 1990, a Academia das Ciências de Lisboa convocou novo encontrojuntando uma Nota Explicativa do Acordo Ortográfico da LínguaPortuguesa, assinado por representantes de Angola, Brasil, Cabo Verde,Guiné-Bissau, Moçambique, Portugal e São Tomé e Príncipe, eestabelecendo que o Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa entrará emvigor em 1 de janeiro de 1994...

Háquem afirme que:
Uma criança usa 1.000 palavras
Um adulto, 2.000;
Uma pessoa culta, 5.000
Um pessoa erudita, 10.000.
O bra ???p?sileiro médio usa 2.000 palavras
Dicionários
O Dicionário da Academia Brasileira de Letras tem 72 mil verbetes
O Dicionário de Antonio Houaiss 228.500
O Dicionário Michaelis 200.000
O Dicionário do Aurélio 160.000
O Dicionário Larousse Ilustrado 35.000
O Dicionário da Academia das Ciências de Lisboa 120.000l
O maior Dicionário do mundo é oOxford English Dictionary com 615.00 verbetes. A 1ª edição saiu em1927, depois de 48 anos de pesquisas, com 414.825.
A gíria no Brasil teria um acervo de:
50 mil palavras.
No meu Dicionário, 28 mil
No de Viotti, 5 mil (1957)
No de Nascentes. 2,5 mil (1953)
No de Amadeu Amaral, 2,0 mil (1922)
No de Elysio Carvalho, 500 (1912)
No de Bock l,0 mil (1903)
As referências sobre gírias
Em Portugal, nos séculos
XVI (Gil Vicente, Jorge Ferreira de Vasconcelos)
XVII (Dom Francisco Manuel de Melo)
XVIII (padre Rafael Bluteau e Manoel Joseph Paiva)
No Brasil,
XIX (Manuel Antonio de Almeida, Aloizio de Azevedo, J.Romaguera Correa)
XX (Bock, Elysio de Carvalho, Amadeu Amaral, Antenor Nascentes, ManuelViotti, Monica Rector, Dino Pretti)

Comonascem as gírias.

Muitagente pergunta pelo correio eletrônico, bem como em entrevistas,encontros, seminários etc como nascem as gírias. ???p?
As formas são muitas:
1) neologismos, novas palavras com a lógica da língua, seja pelamorfologia ou fonética;
2) metaplasmos
3) bordões, jargões, refrões, chavões, clichês, gritos de guerra,palavras de ordem, etc
4) palavrões e calões
5) ditados, ditos e expressões populares, frases feitas, frases deefeito
6) modismos induzidos, especialmente na tevê, um bordão que vira modismo
7) modismos tecnificados, especialmente na publicidade, uma frase, umslogan, uma palavra de ordem que vira modismo
8) regionalismo, caipirismo
9) vícios de linguagem, barbarismos, solecismos
9) palavras inventadas
10) corruptelas ou corrutelas
11) duplo significado. Na etimologia, uma coisa. Na gíria, outra
12) inclusão ou supressão de letras e sílabas
3) preguiça de se pronunciar a palavra por inteiro
14) simplificação da linguagem.

Amaior palavra
A maior palavra da língua portuguesa não é anticonstitucionalissimamente,como durante muito tempo se falou,mas Pneumoultramicroscopicossilico-vulvcanoconiotico, com 46 letras., quesignifica estado de que é acometido de uma doença rara provocada pelaaspiração de cinzas vulcânicas.

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"Estaobra é rica de signos e ???p? significados. Concordo com a observaçãodo autor de que ela "é a manifestação da língua viva", representandoapreciável vertente do nosso vernáculo."
Arnaldo Niskier, ex-Presidente da AcademiaBrasileira de Letras

"Quero dizer-lhe, muitolealmente, que você levou a bom termo alguma coisa de extremo interessepresente a futuro não só para a nossa lingua formal presente, mastambém para a informal, cujos enlaces você não deixou de apontar."
AntonioHouaiss, ex-Ministro da Cultura e membro da Academia Brasileira deLetras."Gosteimuito do Dicionário. É bom. Acho que Houaiss tem razão."
MarcosVinicius Vilaça, Ministro do Tribunal de Contas da União e membro daAcademia Brasileira de Letras"Um trabalho dessa ordem, pesquisando alinguagem falada do povo, das classes marginais tem, em nossos dias,uma importância muito grande para o estudo da lexicografia popular."
DinoPretti, Professor da USP."Serra escarafunchou meio mundo, aqui ealhures, região por região, por todo esse Brasil imenso, a fim deregistrar vocábulos e expressões de que se valem os brasileiros na suaprática coloquial cotidiana."
BlanchardGirão, Jornal ???p?ista.

"Trata-se de uma longapesquisa em que você contribui valiosamante para o linguajar falado dobrasileiro e isso ajuda sobremaneira a todos nós."
L.G.Do Nascimento Silva, ex-Ministro da Previdência e ex-Embaixador doBrasil em Paris."Desejo cumprimentá-lo pelo "Dicionário deGíria" que você teve a coragem de iniciar a perseverança de levar a bomtermo.
OsvaldoDella Giustina, ex-Reitor da Universidade de Tocantins.

"No seu livro, Serra eGurgel, adverte que disseminação dessa forma de Linguagem, não rarotambém divulgada pelos meios de comunicação, pode estar levando oportuguês falado no Brasil a se transformar numa língua ágrafa - ouseja, sem a correspondente representação gráfica para sua manifestaçãosonora."
Editorialdo jornal A GAZETA, de Vitória, ES.

VEJA AS EDIÇÕES ANTERIORES DO JORNALDA GÍRIA

JornalNovembro de 1999
JornalDezembro de 1999
JornalJaneiro de 2000
JornalFevereiro de 2000
JornalMarço de 2000
JornalAbril de 2000
JornalMaio/Junho de 2000
JornalJulho/Agosto de 2000
JornalSetembro/Outubro de 2000
JornalJaneiro/Fevereiro de 2001
JornalMarço/Abril de 2001
JornalMaio/Junho de 2001
JornalJulho/Agosto de 2001
JornalSetembro/Outubro de 2001
JornalNovembro/Dezembro de 2001
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JornalMarço/Abril de 2002
JornalMaio/Junho de 2002
JornalJulho/Agosto de 2002
JornalNovembro/Dezembro de 2002
JornalDezembro/02 - Janeiro/03
JornalJaneiro/Fevereiro de 2003
JornalAbril/Maio de 2003
JornalJunho/Julho de 2003
JornalAgosto/Setembro de 2003
JornalOutubro/Novembro de 2003
JornalDezembro de 2003
JornalFevereiro/Março de 2004
JornalAbril/Maio de 2004
JornalJunho-Agosto de 2004
JornalSetembro/Outubro de 2004
JornalNovembro/Dezembro de 2004
JornalJaneiro-Abril de 2005
JornalMaio/Julho de 2005

JornalAgosto/Outubro de 2005
JornalJaneiro/Fevereiro de 2006
JornalMarço/Abril de 2006
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Jornalda Gíria Ano XX- Nº 124 Março e Abril de 2019
 


Visiteo nosso Facebook,com as últimas questões gírias e da língua portuguesa.

Cliquenos ícones abaixoe veja ou ouça o que a equipe do Jornal da Gíria pesquisou sobre alínguaportuguesa e que é do seu interesse conhecer.

Ouçaaqui giria portuguesa e divirta-se ! (necessario PowerPoint )

 Veja o que mandouAntónio Pinho, de Lisboa: Aorigem da línguaportuguesa:

https://www.youtube.com/watch?v=EtBief6RK_I

Veja o que me mandouRubem Amaral Junior  :

http://youtu.be/sTVgNi8FFFM

vejaa despedida do trema  ! (necessario PowerPoint)

giria de angola :https://www.youtube.com/watch?v=YZdSGL54f-Y

Brasileirismos !(necessario PowerPoint)

Ouça  olink do programaSem Papas na Língua, com Ricardo Boechate Dionisio de Souza naBand News Fluminense, em 19,07.2018sobre o lançamento da 9ª. Edição do Dicionário de Gíria.

https://fatosfotoseregistros.wordpress.com/2018/07/19/spl20180719/

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"SE NÃO GOSTA DE GÍRIAS, FALE CIENTIFICAMENTE!"

*-Colóquio flácido para acalentar bovinos.*
(Conversa mole pra boi dormir);
--------------------
*-Creditar o primata.*
(Pagar o mico);
--------------------
*-Inflar o volume da bolsa escrotal.*
(Encher o saco);
--------------------
*-Sequer considerando a utilização de um longo pedaço de madeira.*
(Nem a pau);
--------------------
*-Sequer considerando a possibilidade da fêmea bovina expirar fortes contrações laringo-bucais.*
(Nem que a vaca tussa);
--------------------
*-Sequer considerando a utilização de uma relação sexual.*
(Nem fudendo);
--------------------
*-Derrubar, com a extremidade do membro inferior, o sustentáculo de uma das unidades de proteção solar do acampamento.*
(Chutar o pau da barraca);
--------------------
*-Deglutir o batráquio.*
(Engolir o sapo);
--------------------
*-Derrubar com intenções mortais.*
(Cair matando);
--------------------
*-Aplicar a contravenção do João, deficiente físico de um dos membros superiores.*
(Dar uma de João sem braço);
-------------------
*-Derramar água pelo chão, através do tombamento violento e premeditado de seu recipiente com a extremidade do membro inferior.*
(Chutar o balde);
--------------------
*-Retirar o filhote de eqüino da perturbação pluviométrica.*
(Tirar o cavalinho da chuva);
--------------------
Essa foi tirada do mais culto livro de palavras clássicas da língua portuguesa:

*-A bucéfalo de oferendas não pesquisamos formação ortodôntica!*
(A cavalo dado não se olham os dentes!);
--------------------
Essa última para fechar com chave de ouro:
👇👇👇👇

*-O orifício circular corrugado, localizado na parte ínfero-lombar da região glútea de um indivíduo em alto grau etílico, deixa de estar em consonância com os ditames referentes ao direito individual de propriedade.*
( de bêbado não tem dono)...
😂😂😂😂😂😂😂😂

Papua nova guiné um pequeno país de 8,0 milhoes de habitantes

onde são faladas mais de 800 línguas

Como um país de apenas 8 milhões de habitantes fala mais de 800 línguas? Trata-se da Papua Nova Guiné, na Oceania.A diversidade linguística se deve a vários fatores. 

Em primeiro lugar, o país é habitado por diferentes tribos. Além disso, menos de 20% de sua população vive em centros urbanos. Por séculos, vilarejos ficaram isolados um do outro, espalhados em centenas de ilhas.

Assim, línguas com diferentes raízes evoluíram sem influência externa. A ausência de um poder central forte também contribuiu para a diversidade linguística.

Surgimento do cearensês

Segundo o professor Doutor de Latim e Filologia Romântica da Universidade Federal do Ceará (UFC), Josenir Alcântara de Oliveira, antes de abordar alguns vocábulos do cearensês, é necessário que se faça uma breve introdução no campo lexical.

"Os vocábulos que temos no cearensês têm três origens. A origem nativa, das línguas indígenas, representada pelo tupi, que nós chamamos em filologia de substrato linguístico, que é a língua do nativo. 

O segundo elemento do vocabulário do cearense são as palavras portuguesas, de origem latina, que vieram com os portugueses. Em filologia nós chamamos essas palavras de superestrato, que é a língua do colonizador, do conquistador".

O professor ainda acrescenta que uma terceira origem advém de palavras de outras culturas, que não a nativa e nem do colonizador. "São palavras do espanhol, do francês e do inglês".

Outro aspecto citado por Josenir é o humor do cearense. "Não é que o cearense seja o único povo que tenha essa característica, mas é que graças à mídia e aos nossos talentosos humoristas que ganhamos essa visibilidade. Há, então, uma tendência de se evidenciar essa marca na cultura cearense".

 
Não é raro tomar conhecimento de várias histórias acerca do surgimento de vocábulos do cearensês. Um dos exemplos mais famosos é a palavra baitola.

Baitola no cearensês significa homossexual. Apesar do significado, os cearenses também podem empregar o vocábulo para tirar brincadeira com os amigos homens, sem dar o sentido real à palavra. Veja o exemplo:

— Vamos para o jogo hoje?
— Não, tenho outro compromisso!
— Vamos, baitola, deixa de frescura!
— Vou não baitola!

Algumas histórias tentam explicar o surgimento da palavra baitola. Porém, nem tudo que é falado condiz à realidade. Na internet, por exemplo, é possível encontrar uma explicação que diz que o vocábulo surgiu da língua inglesa quando engenheiros da Inglaterra construíam a ferrovia no Ceará. 

Nesse contexto, um dos trabalhadores ingleses não conhecia a pronúncia de bitola e falava baitola. Os trabalhadores cearenses, conhecidos por seu humor, começaram a chamar os engenheiros ingleses de baitolas.

Segundo o professor Josenir, essa explicação é pouco provável para o surgimento da palavra baitola, apesar de ser a mais difundida pela cultura popular. "Nem sempre é fácil a gente estabelecer a raiz de uma palavra, mas é necessário que a gente pondere.

É muito divulgado que havia muitos engenheiros ingleses construindo a rede ferroviária. Os cearenses trabalham sob o sol, com fome. Já os ingleses ficavam debaixo do guarda-sol. Um dos engenheiros, diz a lenda, foi pedir para que eles botassem a bitola.

Então, em dúvida sobre a pronúncia, ficou baitola. Mas não é a única interpretação", afirma.

A interpretação que o pesquisador considera mais plausível está no livro "Casa-Grande e Senzala", de Gilberto Freyre. "Nesta obra tem a palavra baito, que significa oca. Durante a segregação nas tribos, o menino aprendia a tratar a mulher como resto.

As afinidades que se exaltavam eram as fraternas de homem para homem, as de afeto viril, que resultava em ambiente propício para a homossexualidade. Baitola era o garoto que ia para o baito, mas aqui culturalmente não era perversão, era um traço cultural", explica.

Neste baito, afirma Josenir, havia ainda o baitinga, outra palavra muito utilizada por cearenses. "Esse inga é apenas para dizer que é pertencente ao baito", acrescenta.

Outra expressão muito conhecida entre os cearenses é espilicute, que significa uma menina tagarela e metida. As explicações para a origem desse vocábulo também remetem aos ingleses, que, para dizer que as moças eram bonitas, diziam a frase: "she is pretty cute".

"Eu sou muito zeloso. Não gosto de me pronunciar sobre aquilo que eu ainda não pesquisei. No caso de espilicute, eu vou suspender o juízo. Acho intuitivamente pouco provável essa explicação porque é uma expressão muito longa para um nativo ouvir e deduzir o significado. 

A rigor, não é que ela seja sapeca e sabida, mas é que ela é bonita e simpática. Então eu prefiro me acautelar no momento", pondera.

Segundo o professor Josenir, essa explicação é pouco provável para o surgimento da palavra baitola, apesar de ser a mais difundida pela cultura popular. "Nem sempre é fácil a gente estabelecer a raiz de uma palavra, mas é necessário que a gente pondere. É muito divulgado que havia muitos engenheiros ingleses construindo a rede ferroviária.

Os cearenses trabalham sob o sol, com fome. Já os ingleses ficavam debaixo do guarda-sol. Um dos engenheiros, diz a lenda, foi pedir para que eles botassem a bitola. Então, em dúvida sobre a pronúncia, ficou baitola. Mas não é a única interpretação", afirma.

A interpretação que o pesquisador considera mais plausível está no livro "Casa-Grande e Senzala", de Gilberto Freyre. "Nesta obra tem a palavra baito, que significa oca. Durante a segregação nas tribos, o menino aprendia a tratar a mulher como resto. 

As afinidades que se exaltavam eram as fraternas de homem para homem, as de afeto viril, que resultava em ambiente propício para a homossexualidade. Baitola era o garoto que ia para o baito, mas aqui culturalmente não era perversão, era um traço cultural", explica.

Neste baito, afirma Josenir, havia ainda o baitinga, outra palavra muito utilizada por cearenses. "Esse inga é apenas para dizer que é pertencente ao baito", acrescenta.

Outra expressão muito conhecida entre os cearenses é espilicute, que significa uma menina tagarela e metida. As explicações para a origem desse vocábulo também remetem aos ingleses, que, para dizer que as moças eram bonitas, diziam a frase: "she is pretty cute".

"Eu sou muito zeloso. Não gosto de me pronunciar sobre aquilo que eu ainda não pesquisei. No caso de espilicute, eu vou suspender o juízo. Acho intuitivamente pouco provável essa explicação porque é uma expressão muito longa para um nativo ouvir e deduzir o significado.

A rigor, não é que ela seja sapeca e sabida, mas é que ela é bonita e simpática. Então eu prefiro me acautelar no momento", pondera.

As palavras do dia a dia

No seu uso cotidiano as palavras do cearensês ganham entonações, significados e formas. Não raro há vocábulos que, dependendo do contexto em que são utilizados, podem ou não transmitir aquilo que se deseja. A seguir algumas palavras, que na explicação do professor Josenir, são bastante usadas no dia a dia do cearense e que passam muitas vezes o humor característico do povo.

ABIROBADO OU ABILOBADO: De acordo com o professor da UFC, você encontra esta palavra também em outros estados do Nordeste. "O vocábulo vem de abilolado, de bila, o que é uma analogia da bila com a cabeça humana. Chamar alguém de abirobado, então, significa dizer que a pessoa não tem cabeça, não tem juízo".

ARIADO: Outra palavra muito comum no cearensês. "Ariado vem de ar, do mesmo jeito que alguém fica a flutuar no ar sem um rumo certo. É isso que o cearense quer dizer: eu me perdi, não sei para onde ir. Tem um toque marcante do humor cearense".

ARRIBA: "Veja que o elemento comum é riba, que vem do latim ripa. Riba ou ribeirinho vem de margem do rio. Quando você diz riba, quer dizer em cima, em cima do ponto alto do rio, de uma margem alta. Arriba é para, em direção, em direção à parte alta". Ainda de acordo com o professor, há uma influência do espanhol.

ENTONCE: Significa então e vem da mesma palavra do espanhol.

APERREAR: Encher o saco. "Vem de perro, cachorro em espanhol. Neste caso é um exemplo de adstrato porque o espanhol não esteve no Brasil, nem como superestrato e muito menos como nativo. É como se tivesse um cachorro querendo morder o seu calcanhar, é um momento de aflição", explica o pesquisador.

DIABÉISSO: Que diabos é isso? Segundo o professor, essa palavra é meramente mutilação fonética.

CUNHÃ: Significa mulher em tupi. "Hoje o que é que muitas vezes nós entendemos por cunhã? É a mulher vulgar, às vezes até prostituta. Claro que há contextos que você pode construir, como duas amigas se chamando de cunhã, mas isso é um contexto". 

O pesquisador explica que o significado pejorativo da palavra veio dos portugueses que menosprezavam a cultura indígena.

MIRIM: Quer dizer menino em tupi, crianças pequenas. "Não há nada de pejorativo, mas hoje quem é mirim para nós? Você chama uma criança da classe média de mirim? Não. Mirim é somente as crianças que vivem abandonadas, na delinquência, entregues ao mundo violento. Nós fizemos uma distorção".

MARMOTA: Vem do francês marmot, que é um roedor e vem do latim murmur, ranger dos dentes do roedor. Significa algo estranho.

FECHECLER: Zíper, vem do francês fecho eclér. "Então fecho de fechar e ecler de relâmpago. É o movimento que fecha rapidamente. O zíper vem do inglês e tem mais sentido onomatopáico, exatamente pelo som que faz", explica o professor Josenir

Dicionário Drag Queen: aprenda as gírias mais usadas. Termos e palavras foram criados ou ganharam novos significados ao serem adotados pelas drag queens.


Por Marina Pinhoni, Tatiana Regadas e Thaís Lima, G1, São Paulo

06/10/2017 12h56 Atualizado há 1 hora

Acuendar, jogar shade, tombar, montação… as drag queens tem um vocabulário todo delas para tratar de situações comuns a quem sobe no salto e mostra toda a sua atitude. Convidamos a drag queen Tiffany Bradshaw para explicar alguns termos).

Veja mais do especial sobre a ascensão das drag queens na cultura pop

Tiffany Bradshaw (Foto: Celso Tavares/G1)

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iffany Bradshaw (Foto: Celso Tavares/G1)

Tiffany é drag queen e faz imitações da cantora Britney Spears desde 2011. "Comecei a investir, fazer os figurinos, estudar mais as coreografias. Tem dado muito certo e é o que mais me faz viajar pelo Brasil", afirma.

O nome da sua personagem foi inspirado em uma boneca que possuía e na personagem Carrie Bradshaw, da série americana "Sex And The City". Tiffany também é responsável pelo "warm up" da festa drag queen Priscilla, de São Paulo, que dá oportunidade de drags não escaladas para o show principal subir ao palco e dublar algumas músicas.

Não entendeu alguma das gírias? Confira as explicações abaixo:

Acuendar: o ato de esconder o pênis para não marcar volume na roupa.

Bate cabelo: dança criada por drags brasileiras em que movimentos rápidos são feitos com a cabeça, mostrando o movimento feito pelos cabelos soltos. Normalmente é realizado no ápice da apresentação.

Babado: fofoca ou novidade.

Boy magia: homem bonito, atraente e desejado

Dublagem: movimentar a boca sem emitir som para fingir ter a voz de cantoras ou cantores pop em apresentações.

Diva: musas ou musos inspiradores de drag queens.

Death Drop: movimento em que a drag queen dobra uma das pernas e deixa a outra esticada, se jogando no chão. A sensação é de que a artista está se “jogando para a morte”, por isso o nome do passo em inglês. É muito usado em fim de apresentações.

Enchimento: pedaços de espuma colocados em pontos estratégicos para imitar o formato do corpo feminino.

Fishy: drag que visa ficar o mais parecida possível com o estereótipo feminino .

Gongar: zoar, falar mal ou críticar algo.

Hino: música com grande significado emocional para a drag.

Kai Kai: quando duas drags montadas se beijam ou namoram.

Lacre e tombamento: atitude poderosa ou quando alguém vai muito bem em alguma atividade.

Lace: tipo de peruca com rede para dar ilusão de que o cabelo falso realmente sai da cabeça.

A IMPORTÂNCIA DO BOM USO DA VÍRGULA.

100 anos da vírgula

 
Muito legal a campanha dos 100 anos da ABI (Associação Brasileira de Imprensa)! 


*A vírgula pode ser uma pausa... ou não:*

Não, espere.

Não espere.

 
*Ela pode sumir com seu dinheiro:*

R$ 23,4.                

R$ 2,34.

 
*Pode criar heróis:*

Isso só, ele resolve! 

Isso, só ele resolve! 

 
*Ela pode ser a solução:*

Vamos perder, nada foi resolvido! 

Vamos perder nada, foi resolvido! 

 
*A vírgula muda uma opinião:*

Não queremos saber! 

Não, queremos saber! 

 
*A vírgula pode condenar ou salvar:*

Não tenha clemência!

Não, tenha clemência!

 
*Uma vírgula muda tudo!*

 
ABI: 100 anos lutando para que ninguém mude uma vírgula da sua informação.

 
Considerações adicionais: 

 
*SE O HOMEM SOUBESSE O VALOR QUE TEM A MULHER ANDARIA DE QUATRO À SUA PROCURA*.

 
* Se você for mulher, certamente colocou a vírgula depois de *MULHER*.

 
* Se você for homem, colocou a vírgula depois de *TEM*.

 

😂😂😃

👍🙋‍♂😉

 

             *Moral da história*:

A vida pode ser interpretada e vivida de diversas maneiras. Nós é que fazemos a pontuação!

 
*Pontue sua vida com o que realmente importa*.

 
Isso faz toda a diferença!

 Você é cearense mesmo? Pois traduza este texto

Chico, cabra errado e bonequeiro, já melado, depois de traçar um celular e duas meiotas, vinha penso, cambaleando, arrodiando o pé de pau, quando deu uma topada que arrancou o chaboque do dedo.

- Diabeisso!

Vai, -de-cana! Mangou a mudiça que tava junto.]

´Ai dento! – disse Chico.

Chico estava ariado desde ontionti, quando o gato-réi que ele acunhava lá na baixa da égua, bateu fofo com ele pra ir engabelar um galalau estribado da lagoa seca.]´É que dá pelejar com canelaum catirobam fulerage – pensava ele.

- Ganhei um cháeu de touro, mas não tem Zé não, aquela marmota t´pa emermoos queixo e a catinga. Dá até gastura.]Chegando em casa se empriquitou de dez rebolou no mato todas catrevage da letreca: uma alpercata, um gigolé amarelo queimado e um pé de planta que ela atoinha trazido enquanto kiam se amancebar,

Depois se empazinou de sarrabui e de baião e foi dormir pensando nas comédias

 

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