O inglês é falado por 1,5 bilhão de pessoas;
O chinês por 1,2 bilhão;
O indu por 1,0 bilhão;
51 línguas são faladas por uma pessoa
1.500 línguas são faladas por menos de mil pessoas;
240 línguas são faladas por 96% dos seres humanos.
Acredita-se que daqui a l00 anos restarão 100 línguas;
24 daqui a 300 anos.
O inglês, espanhol e chinês e espanhol sobreviverão.
O português será incorporado pelo espanhol.

A Língua Portuguesa

No período medieval, o português nasceu da cisão do galaico-português em dois falares distintos (galego e português).
A sua estrutura de língua novi-latina manteve-se mas recebeu, ao longo do seu período de formação, a contribuição de outras línguas, especialmente o árabe e as línguas germânicas.
No período renascentista, o grego e, principalmente, o latim erudito contribuíram para uma maior variedade vocabular, e para a estruturação lingüística e gramatical.
Com as Grandes Navegações e as Descobertas, a língua portuguesa adotou vocábulos de diferentes origens.
Nos séculos XVIII e XIX, sofreu influência do francês.
No século XX, do inglês.

As línguas no Brasil

Antes de 1.500 havia 1.175 línguas.
Hoje são menos de 200. Certamente línguas indígenas.
O Brasil não tem dialetos.
No máximo, tem regionalismos.

A língua portuguesa no Brasil

Os descobridores, os primeiros povoadores e os padres falavam o português.
Os índios potiguaras, viatãs, tupiniquins, caetés, tupinambás, guaranis, carijós, tapuias, aymorés, goytacazes e tamoios falavam suas línguas. Foram identificadas na costa cerca de 76 nações e línguas. Só no Amazonas existiam mais de 150. Os estudos das línguas indígenas começaram com o padre biscaino João Azpicuelta Navarro.
Os bandeirantes falavam a língua geral, mistura de português com as línguas indígenas
Em 1583, as línguas africanas foram introduzidas no Brasil com a chegada de quatro mil escravos da Guiné. Sofreriam alterações findo o tráfico. Nina Rodrigues foi o primeiro a estudar as línguas e os dialetos da Guiné, Angola, Moçambique, Costa da Mina, Daomé e Sudão, predominando o nagô e o ioruba, na Bahia, e o quibundo, no Norte e no Sul.
Em 1595, em Coimbra, foi publicada por Antônio de Mariz a “Arte de Gramática da Língua mais usada na costa do Brasil”, feita pelo padre José de Anchieta que também elaborou “Diálogo da Doutrina Cristã” e “Arte da língua brasílica” a que todos os jesuítas deviam ler.
Em 1727, Dom João V fez saber ao governador do Maranhão que os índios deveriam ser instruídos na língua portuguesa.
Em 1755 em São Luís e Belém só se falava a língua tupica, inclusive nos púlpitos das igrejas.
Em 1757, O Código do Marques de Pombal ou a Lei do Diretório tinha por objetivos vulgarizar a língua portuguesa Com ela se conseguiu mudar a língua do Pará, São Paulo e Maranhão, determinando o ensino da língua portuguesa.
Em 1768, o guarani era a língua usada na intimidade em S ???p?ão Paulo.
Em 1823, José Honório Rodrigues registrou in “Humanidades”, revista da UnB: A vitória real da língua portuguesa no Brasil só foi registrada 300 anos depois da chegada dos descobridores, quando os brasileiros falaram pela primeira vez sua própria língua, em reunião pública, nos debates da Assembléia Constituinte de 1823”
O português é falado em sete países, espalhados por cinco continentes, por mais de 230 milhões de pessoas.
181,0 milhões no Brasil
18,9 milhões em Moçambique
12,0 milhões em Angola
10,0 milhões em Portugal
4,5 milhões de portugueses na Europa, América do Norte e América do Sul
1,1 milhão em Guiné Bissau
1,0 milhão em Macau, Timor Leste, Goa, Damão e Diu
434,0 mil em Cabo Verde
134 mil em São Tomé e Príncipe
A língua portuguesa tem um acervo de 500 mil palavras.
A 1ª edição do Vocabulário Ortográfico da Língua Portuguesa, da Academia Brasileira de Letras, em 1981, coordenado por Antonio Houais, registrou 360 mil palavras
Admite-se que hoje hajam:
160 mil na língua viva do Brasil e
140 mil na língua viva em Portugal.
Reformas Ortográficas na Língua Portuguesa
Em 1911, Portugal adotou a 1ª reforma ortográfica
Em 1931, foi aprovado o 1° Acordo Ortográfico entre Brasil e Portugal por iniciativa da Academia Brasileira de Letras e a Academia das Ciências de Lisboa
Em 1943, foi adotada a 1ª Convenção Ortográfica entre Brasil e Portugal
Em 1945, adotou-se a Convenção Ortográfica Luso Brasileira, em Portugal e não no Brasil.
Em 1971, foi promulgada Lei, no Brasil, reduzindo as divergências ortográficas com Portugal, com a simplificação.
Em 1973, foi promulgada Lei, em Portugal, reduzindo as divergências ortográficas com o Brasil.
Em 1975, a Academia das Ciências de Lisboa e a Academia Brasileira de Letras elaboraram novo projeto de acordo que não foi aprovado oficialmente.
Em 1986, realizou-se no Rio de Janeiro o primeiro encontro da comunidades dos países de língua portuguesa, tendo a Academia Brasileira de Letras apresentado o Memorando Sobre o Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa. Também se realizou o Encontro de Verificação Ortográfico da Língua Portuguesa, que teve como Secretário Geral Antonio Houaiss, que apresentou o documento Bases Analíticas da Ortografia Simplificada da Língua Portuguesa, em 1945, renegociada em 1986.
Em 1990, a Academia das Ciências de Lisboa convocou novo encontro juntando uma Nota Explicativa do Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa, assinado por representantes de Angola, Brasil, Cabo Verde, Guiné-Bissau, Moçambique, Portugal e São Tomé e Príncipe, e estabelecendo que o Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa entrará em vigor em 1 de janeiro de 1994...

Há quem afirme que:
Uma criança usa 1.000 palavras
Um adulto, 2.000;
Uma pessoa culta, 5.000
Um pessoa erudita, 10.000.
O bra ???p?sileiro médio usa 2.000 palavras
Dicionários
O Dicionário da Academia Brasileira de Letras tem 72 mil verbetes
O Dicionário de Antonio Houaiss 228.500
O Dicionário Michaelis 200.000
O Dicionário do Aurélio 160.000
O Dicionário Larousse Ilustrado 35.000
O Dicionário da Academia das Ciências de Lisboa 120.000l
O maior Dicionário do mundo é o Oxford English Dictionary com 615.00 verbetes. A 1ª edição saiu em 1927, depois de 48 anos de pesquisas, com 414.825.
A gíria no Brasil teria um acervo de:
50 mil palavras.
No meu Dicionário, 28 mil
No de Viotti, 5 mil (1957)
No de Nascentes. 2,5 mil (1953)
No de Amadeu Amaral, 2,0 mil (1922)
No de Elysio Carvalho, 500 (1912)
No de Bock l,0 mil (1903)
As referências sobre gírias
Em Portugal, nos séculos
XVI (Gil Vicente, Jorge Ferreira de Vasconcelos)
XVII (Dom Francisco Manuel de Melo)
XVIII (padre Rafael Bluteau e Manoel Joseph Paiva)
No Brasil,
XIX (Manuel Antonio de Almeida, Aloizio de Azevedo, J.Romaguera Correa)
XX (Bock, Elysio de Carvalho, Amadeu Amaral, Antenor Nascentes, Manuel Viotti, Monica Rector, Dino Pretti)

Como nascem as gírias.

Muita gente pergunta pelo correio eletrônico, bem como em entrevistas, encontros, seminários etc como nascem as gírias. ???p?
As formas são muitas:
1) neologismos, novas palavras com a lógica da língua, seja pela morfologia ou fonética;
2) metaplasmos
3) bordões, jargões, refrões, chavões, clichês, gritos de guerra, palavras de ordem, etc
4) palavrões e calões
5) ditados, ditos e expressões populares, frases feitas, frases de efeito
6) modismos induzidos, especialmente na tevê, um bordão que vira modismo
7) modismos tecnificados, especialmente na publicidade, uma frase, um slogan, uma palavra de ordem que vira modismo
8) regionalismo, caipirismo
9) vícios de linguagem, barbarismos, solecismos
9) palavras inventadas
10) corruptelas ou corrutelas
11) duplo significado. Na etimologia, uma coisa. Na gíria, outra
12) inclusão ou supressão de letras e sílabas
3) preguiça de se pronunciar a palavra por inteiro
14) simplificação da linguagem.

A maior palavra
A maior palavra da língua portuguesa não é anticonstitucionalissimamente, como durante muito tempo se falou, mas Pneumoultramicroscopicossilico- vulvcanoconiotico, com 46 letras., que significa estado de que é acometido de uma doença rara provocada pela aspiração de cinzas vulcânicas.

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"Esta obra é rica de signos e ???p? significados. Concordo com a observação do autor de que ela "é a manifestação da língua viva", representando apreciável vertente do nosso vernáculo."
Arnaldo Niskier, ex-Presidente da Academia Brasileira de Letras

"Quero dizer-lhe, muito lealmente, que você levou a bom termo alguma coisa de extremo interesse presente a futuro não só para a nossa lingua formal presente, mas também para a informal, cujos enlaces você não deixou de apontar."
Antonio Houaiss, ex-Ministro da Cultura e membro da Academia Brasileira de Letras."Gostei muito do Dicionário. É bom. Acho que Houaiss tem razão."
Marcos Vinicius Vilaça, Ministro do Tribunal de Contas da União e membro da Academia Brasileira de Letras"Um trabalho dessa ordem, pesquisando a linguagem falada do povo, das classes marginais tem, em nossos dias, uma importância muito grande para o estudo da lexicografia popular."
Dino Pretti, Professor da USP."Serra escarafunchou meio mundo, aqui e alhures, região por região, por todo esse Brasil imenso, a fim de registrar vocábulos e expressões de que se valem os brasileiros na sua prática coloquial cotidiana."
Blanchard Girão, Jornal ???p?ista.

"Trata-se de uma longa pesquisa em que você contribui valiosamante para o linguajar falado do brasileiro e isso ajuda sobremaneira a todos nós."
L.G. Do Nascimento Silva, ex-Ministro da Previdência e ex-Embaixador do Brasil em Paris."Desejo cumprimentá-lo pelo "Dicionário de Gíria" que você teve a coragem de iniciar a perseverança de levar a bom termo.
Osvaldo Della Giustina, ex-Reitor da Universidade de Tocantins.

"No seu livro, Serra e Gurgel, adverte que disseminação dessa forma de Linguagem, não raro também divulgada pelos meios de comunicação, pode estar levando o português falado no Brasil a se transformar numa língua ágrafa - ou seja, sem a correspondente representação gráfica para sua manifestação sonora."
Editorial do jornal A GAZETA, de Vitória, ES.

VEJA AS EDIÇÕES ANTERIORES DO JORNAL DA GÍRIA

Jornal Novembro de 1999
Jornal Dezembro de 1999
Jornal Janeiro de 2000
Jornal Fevereiro de 2000
Jornal Março de 2000
Jornal Abril de 2000
Jornal Maio/Junho de 2000
Jornal Julho/Agosto de 2000
Jornal Setembro/Outubro de 2000
Jornal Janeiro/Fevereiro de 2001
Jornal Março/Abril de 2001
Jornal Maio/Junho de 2001
Jornal Julho/Agosto de 2001
Jornal Setembro/Outubro de 2001
Jornal Novembro/Dezembro de 2001
Jornal Janeiro/Fevereiro de 2002
Jornal Março/Abril de 2002
Jornal Maio/Junho de 2002
Jornal Julho/Agosto de 2002
Jornal Novembro/Dezembro de 2002
Jornal Dezembro/02 - Janeiro/03
Jornal Janeiro/Fevereiro de 2003
Jornal Abril/Maio de 2003
Jornal Junho/Julho de 2003
Jornal Agosto/Setembro de 2003
Jornal Outubro/Novembro de 2003
Jornal Dezembro de 2003
Jornal Fevereiro/Março de 2004
Jornal Abril/Maio de 2004
Jornal Junho-Agosto de 2004
Jornal Setembro/Outubro de 2004
Jornal Novembro/Dezembro de 2004
Jornal Janeiro-Abril de 2005
Jornal Maio/Julho de 2005

Jornal Agosto/Outubro de 2005
Jornal Janeiro/Fevereiro de 2006
Jornal Março/Abril de 2006
Jornal Maio/Junho de 2006
Jornal Agosto/Setembro de 2006
Jornal Outubro/Dezembro de 2006
Jornal Janeiro/Fevereiro de 2007
Jornal Março/Abril de 2007
Jornal Maio/Julho de 2007
Jornal Agosto/Outubro de 2007
Jornal Novembro/Dezembro de 2007
Jornal Janeiro/Fevereiro de 2008

Jornal Março/Abril de 2008

Jornal Maio/Junho de 2008
Jornal Julho/Agosto de 2008
Jornal Setembro/Outubro de 2008
Jornal Novembro/Dezembro de 2008
Jornal Janeiro/Fevereiro de 2009
Jornal Março/Abril de 2009
Jornal Maio/Junho de 2009
Jornal Julho de 2009
Jornal Agosto de 2009
Jornal Setembro/Outubro de 2009
Jornal Novembro/Dezembro de 2009
Jornal Janeiro/Fevereiro de 2010
Jornal Março/Abril de 2010
Jornal Maio/Junho de 2010
Jornal Julho/Agosto de 2010
Jornal Setembro/Outubro de 2010
Jornal Novembro/Dezembro de 2010
Jornal Janeiro/Fevereiro de 2011
Jornal Março/Abril de 2011
Jornal Maio/Junho de 2011
Jornal Julho de 2011
Jornal Agosto de 2011
Jornal Setembro/Outubro de 2011
Jornal Novembro/Dezembro de 2011
Jornal Janeiro/Fevereiro de 2012
Jornal Março/Abril de 2012
Jornal Maio/Junho de 2012
Jornal Julho/Agosto de 2012
Jornal Setembro/Outubro de 2012
Jornal Novembro/Dezembro de 2012
Jornal Janeiro/Fevereiro de 2013
Jornal Marco/Abril de 2013
Jornal Maio/Junho de 2013
Jornal Julho/Agosto de 2013
Jornal Setembro de 2013
Jornal Outubro de 2013
Jornal Novembro/Dezembro de 2013
Jornal Janeiro/Fevereiro de 2014
Jornal Março/Abril de 2014
Jornal Maio/Junho de 2014
Jornal Julho/Agosto de 2014
Jornal Setembro/Outubro de 2014
Jornal Novembro/Dezembro de 2014


Jornal da Gíria Ano XVI- Nº96 – Janeiro e Fevereiro de 2015



Ouça aqui giria portuguesa e divirta-se ! (necessario PowerPoint )

 Veja o que mandou António Pinho, de Lisboa: A origem da língua portuguesa:

https://www.youtube.com/watch?v=EtBief6RK_I

Veja o que me mandou Rubem Amaral Junior  :

http://youtu.be/sTVgNi8FFFM

veja a despedida do trema  ! (necessario PowerPoint)

Em outubro, este site (www.dicionariodegiria.com.br  ou www.cruiser/giria) registrou 301 sessões, 292 usuários e 365 visualizações.

No exterior, fomos visitados nos Estados Unidos, Portugal, Reino Unido, Filipinas, Espanha, França, Itália, Indonésia e Canadá.

No Brasil, São Paulo, Rio de Janeiro, Curitiba, Salvador, Belo Horizonte, Brasília, Fortaleza, Goiânia e Recife.

Em setembro, registramos 458 sessões, 441 usuários e 560 visualizações.

No exterior, fomos visitados  nos Estados Unidos, Espanha, Itália, Canadá, México, Portugal, Argentina, Indonésia e Suiça.

No Brasil,  Rio de Janeiro, São Paulo, Belo Horizonte, Salvador, Fortaleza, Curitiba, Goiânia, Brasília, Cabo Frio.

Em agosto, tivemos 481 sessões, 474 usuários e 518 visualizações.

No exterior, fomos visitados  nos Estados Unidos, Portugal, Espanha, Argentina, Chile, Alemanha, Índia e Itália.

No Brasil,  São Paulo, Rio de Janeiro, Salvador, Manaus, Belo Horizonte, Brasília, Porto Alegre, Campinas e Vitória.

Em julho, tivemos 363 sessões, 347 usuários e 399 visualizações.

No exterior, fomos visitados nos Estados Unidos (Atlanta)m Argentina,(Buenos Aires e Santa Fé), Colômbia, Alemanha, Itália, Polônia, Portugal  (porto) Croácia e Índia,

No Brasil,  São Paulo, Rio de Janeiro, Salvador, Recife, Curitba, Porto Alegrem Brasília, Jacobina Maceió, Feira da Santana, Fortaleza, Campina Grande, Pelotas, Blumenau,  Ribeirão Preto , Santo André, Manaus e Vitória.

Em junho, tivemos 520 sessões, 487 usuários e 664 visualizações.

No exterior, fomos visitados nos Estados Unidos, Índia (Mumbai), Portugal, França, Argentina, Angola, Bulgária e Indonésia.

N Brasil,  São Paulo, Rio de Janeiro, Vitória, Brasília, Curitiba, Belo Horizonte, Manaus, São Luís, Osasco, Fortaleza, Goiânia,  Porto Alegre, Recife, Teresina, Uberlândia, Belém Ribeirão Preto, Santo André, Balneário Camboriú e Carapicuiba.

 

Data: 

28.04.2014 13:52

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Olá, Senhor Serra e Gurgel,

Bom dia!

Eu me chamo Cristina e possuo a 8ª edição do seu fantástico "Dicionário de gíria: modismo linguístico, equipamento falado do brasileiro" (2009).

Na modesta intenção de contribuir para a sua próxima edição, venho lhe indicar algumas gírias com as quais deparei pelo Brasil afora.

1. Machucar = amassar legume ou vegetal e também amassar o carro numa colisão. Ouvi essa expressão em Maceió/AL, e no começo achei bem estranha, mas depois acabei entendendo. A primeira vez foi numa receita culinária: "...daí você cozinha a macaxeira, machuca bem com o garfo, e depois vai fazendo os bolhinos com a mão...". Depois foi quando eu bati o carro, a moça desceu e afirmou: "Eita, o seu também machucou um bocado!"

2. Putanhar = ter muitos casos, namoricos, etc. Ouvia bastante no Rio de Janeiro, em particular na periferia. Ex: "Fulana agora está na igreja, mas todo mundo aqui na Barreira do Vasco sabe que ela já putanhou à beça quando era mais jovem."

3. De hoje a oito = daqui a uma semana. Ouvi em Recife, e achei muito, muito estranho mesmo. O sujeito me disse "De hoje a oito eu te ligo novamente". Na hora, pensei que ele estava dizendo que me ligaria às oito horas da noite, mas depois ficou claro que ele queria dizer que, se eu começasse a contar a partir do dia de hoje, quando chegasse ao número oito (ou seja, depois de exatamente uma semana), chegaria o dia em que ele me telefonaria.

4. Birô = mesa do professor. Ex: "Professor, posso deixar meu trabalho sobre o seu birô?"

5. Dar perda total (ou simplesmente "dar PT") = beber até ficar inconsciente ou quase inconsciente. Ouvi no interior de SP recentemente: "O sujeito bebeu tanto que deu PT; tivemos de levá-lo pra casa no colo."

Bom, era isso.

Muito obrigada pela sua atenção!

Cristina

Reforma Ortográfica

Recebi do mestre Wilson Ibiapina, guerreiro descendente das tribos da Ibiapaba e preocupadíssimo com a  Reforma Ortográfica

O omem disse que oje vai xover. É assim que passaremos a escrever se forem aprovadas as mudanças sugeridas para na nova reforma ortográfica da língua portuguesa. A proposta de mudança feita pelo professor Ernani Pimentel, dono de uma rede de cursos preparatórios, inclui também outras mudanças. Por exemplo, palavras grafadas com “Ç”, “SS” e XC passariam a ser escritas com um “S”. A simplificação do idioma inclui a extinção do H no inicio das palavras, bem como do CH, que seria substituído por X. Professores de português de todo o país já se manifestaram contra. Alguns acham uma besteira sem tamanho o argumento de Pimentel de que a simplificação facilitaria o aprendizado. A dificuldade de alfabetizar não diz respeito à grafia das palavras, mas sim ao método de ensino do professor. O assessor do Museu da Língua Portuguesa e professor da USP, Ataliba de Castilho, diz que “é preciso o professor ajudar o estudante a compreender as diferenças entre língua falada e escrita. Mudar as letras não muda esse processo.” O professor Ernani Pimentel faz parte do grupo de trabalho técnico do Senado criado no ano passado para revisar o acordo ortográfico de 2009. O senador goiano Cyro Miranda, presidente da Comissão de Educação e Cultura do Senado diz que as ideias do professor Pimentel não representam a opinião do grupo formado também pelo professor Pasquale Cipro Neto e os senadores Cristovam Buarque e Ana Amélia Lemos. Essas mudanças lembram-me a história do cara que pede a secretaria para redigir uma convocação de todos os empregados para uma reunião na sexta feira. A moça para de escrever e levanta sua dúvida : - chefe, sexta é com s ou com x? E o chefe: transfere pra quinta.

O novo acordo ortográfico, assinado em 2008 só entrará em vigor em 2016. Até lá, vão tentar fazer mais mudanças na “última flor do Lácio, inculta e bela”, como diria Olavo Bilac

Cultura

LA FLAMANTE EDICION DEL DICCIONARIO DE LA REAL ACADEMIA ACENTUA LA POLITICA PANHISPANICA DE LA OBRA

El marco de referencia de la lengua

26.10.2014 | Los responsables del volumen procuraron atender a una doble responsabilidad: preservar los vocablos del español clásico, pero sin descuidar el léxico de la tecnología más reciente. Se mantiene el orden histórico de las acepciones.

POR CELIA VILLAR * 

La 23ª edición del Diccionario de la Real Academia (DRAE), que acaba de ser presentada al público, pretende seguir siendo el corpus normativo de referencia de la comunidad hispanohablante (unos 500 millones de hablantes), con una política panhispánica activa desde el siglo XIX, que se ha incentivado especialmente en esta edición.

El DRAE es el diccionario oficial de la lengua española cuya elaboración es tarea primordial de la Real Academia Española desde su fundación en 1713 ("... se fijó como tarea prioritaria la elaboración de un diccionario de la lengua castellana, "el más copioso que pudiera hacerse").

Entonces, ¿contiene el DRAE todas las palabras posibles y las que no están es que no existen o no deberían existir? Afortunadamente, no. Gracias a los mecanismos de formación de palabras del español, el número de palabras posibles es incalculable y, de estas, sólo se registran como lemas las que tienen ya un uso estable y abundante en la lengua.

El DRAE recoge los elementos compositivos y los lemas con los que pueden formarse multitud de palabras de significado deducible.

Por ejemplo: en el Diccionario encontramos "irritabilidad" (de "irritable"), pero no "agitabilidad" (de "agitable"). ¿Pensamos entonces que "agitabilidad" "no existe"? No, porque podemos deducir su significado si consultamos las entradas del sufijo "-bilidad" (variante de "-dad") y del adjetivo "agitable", y concluir que "agitabilidad" es la "cualidad de lo agitable" ("que se puede agitar").

Esta nueva edición se publica una vez más en papel ("La Academia no es libricida en modo alguno y seguirá haciendo un libro que es el Diccionario", declaró a la prensa el secretario de la RAE, Darío Villanueva): 2.376 páginas en un volumen de diseño renovado y diferente que alojará 93.111 artículos (8.680 más que la edición anterior) y 195.439 acepciones (cerca de 19.000 son americanismos), de la que se han suprimido unos 1.350 artículos y enmendado 49.000.

CLASICOS Y MODERNOS

Se trata de un diccionario normativo con una gran responsabilidad: la de no olvidarse de las palabras con las que entender tanto obras de la literatura clásica española como textos sobre los últimos avances tecnológicos: "El Diccionario de la Real Academia Española (...) mantiene una impronta histórica (...) ha de servir para entender los textos escritos desde el año 1500 hasta ahora", señaló una vez más Villanueva.

Mientras el "Diccionario histórico" (obra heredera del "Diccionario de autoridades" que pretende recoger, documentada con ejemplos, la historia de las palabras del español a través de su uso a lo largo de los años) no esté preparado para albergar estas palabras y acepciones desfasadas cronológicamente, el Diccionario académico las recoge, pero con marcas que indican al lector a qué grupo pertenecen.

Ejemplos son: "ant." (antiguo o anticuado), si aparecen en textos no posteriores a 1500; "desus.2 (desusado), si aparecen en textos de entre los años 1500-1900; "p. us.2 (poco usado), si se utilizan después de 1900, pero aparecen poco o se documentan con dificultad.

Por lo tanto, el DRAE no puede ser un diccionario de uso. Aunque desde hace unos años -y gracias a la disponibilidad de grandes corpus lingüísticos informatizados en los que comprobar los contextos de aparición de las palabras- la lexicografía estudia sobre todo el uso que se hace de un término para elaborar su definición, el DRAE sigue manteniendo el orden histórico de las acepciones, es decir, la más antigua suele aparecer antes que la más usada, o incluso esta última no aparecer porque no se considere lo suficientemente establecida en la lengua culta.

El plazo de tiempo para que esto ocurra es variable: hay palabras que surgen y se extienden con mucha rapidez ("wifi", "tuit", "hipertextual") y otras, sin embargo, tardan mucho en hacerlo ("limpiacristales" está en documentos por lo menos desde 1995 y entra en esta edición).

No obstante, en general, la aceptación de palabras en uso se ha agilizado considerablemente, debido sobre todo a que la comunicación en los medios digitales incrementa la velocidad de su difusión y asentamiento en la lengua.

VIA DE COMUNICACION

Lo que sí querría el DRAE es seguir sirviendo de referente común a toda la comunidad hispanohablante. Sus coautores, la RAE y la Asale (Asociación de Academias de la Lengua Española), han expresado en múltiples ocasiones su deseo de llegar a establecer un corpus general del español que siga sirviendo de instrumento de comunicación en cualquier lugar del amplísimo territorio del español.Y como muestra trabajan de manera conjunta en las obras académicas desde 1999.

Ese deseo se plasma en esta nueva edición, por un lado, en el enriquecimiento considerable de su corpus tras la publicación por parte de la Asale, en el año 2009, del "Diccionario de americanismos" (inclusión de términos nuevos cuya presencia se encontrase documentada por lo menos en tres países, revisión y actualización de todas las voces y acepciones que ya figuraban en la edición del 2001 con marcas correspondientes a América), y por otro, en la cuidadosa revisión, marcación y eliminación, si procedía, de españolismos generales o locales que ya no tenían cabida en un diccionario de estas características. 

* Agencia EFE.

 

Sabe o que é tautologia

É o termo usado para definir um dos vícios, e erros, mais comuns de linguagem. Consiste na repetição de uma ideia, de maneira viciada, com palavras diferentes, mas com o mesmo sentido.
O exemplo clássico é o famoso ' subir para cima ' ou o ' descer para baixo ' . Mas há outros, como pode ver na lista a seguir:
-
elo de ligação
- acabamento
final
- certeza
absoluta
- quantia
exacta
- nos dias 8, 9 e 10, inclusive
- juntamente
com
- expressamente
proibido
- em duas metades
iguais
- sintomas
indicativos
- há anos atrás
- vereador da cidade
-
outraalternativa
- detalhes
minuciosos
- a razão é porque
- anexo
juntoà carta
- de sua
livreescolha
- superávit
positivo
- todos
foram unânimes
- conviver
junto
- facto real
- encarar
de frente
- multidão de pessoas
- amanhecer
o dia
- criação
nova
- retornar
de novo
- empréstimo temporário
- surpresa inesperada
- escolha
opcional
- planear antecipadamente

- abertura
inaugural
-
continua apermanecer
- a
últimaversão definitiva
-
possivelmente poderá ocorrer
- comparecer
em pessoa
- gritar
bem alto
- propriedade
característica

  

Os achados no território livre da internet:

 

Você sabia, que antigamente, na Inglaterra, as pessoas que não fossem da

família real tinham que pedir autorização ao Rei para terem relações sexuais?

 

Por exemplo: quando as pessoas queriam ter filhos, tinham que pedir

consentimento ao Rei, que, então, ao permitir o coito, mandava

entregar-lhes uma placa que deveria ser pendurada na porta de casa com a

frase ' Fornication Under Consent of the king'(fornicação sob consentimento do rei)

= sigla F.U.C.K., daí a origem da palavra chula FUCK.

 

Já em Portugal, devido à baixa taxa de natalidade, as pessoas eram obrigadas a ter relações:

'Fornicação Obrigatória por Despacho Administrativo'

= sigla F.O.D.A., daí a origem da palavra FODA..

 

Por sua vez, quem fosse solteiro ou viúvo, tinha que ter na porta a frase:

'Processo Unilateral de Normalização Hormonal por Estimulação Temporária

Auto-induzida' = sigla P.U.N.H.E.T.A.

Vivendo e aprendendo...

A gente pode até dizer palavrão,mas com conhecimento e cultura é outra

coisa ! kkkkkkk

                                                          Despedida do trëma

Não sei quem escreveu, mas quem assina é o trëma.É uma tremenda aula de criatividade e de bom humor , por sinal com acentuada inteligência.

Eu estou indo embora. Não há mais lugar para mim.Eou soup o trëma.

Voce pode nunca ter reparado em mim mas esu estava sempre ali na Anhangüera, nos aqüiferos, nas lingüiças e seus trocadilhos por mai de quatrocentos e cinqüenta  anos.

Mas os tempos mudaram. Inventaram uma tal de reforma ortográfica e eu simplesmente tô fora. Fui expulso para sempre do Dicionário. Seus ingratos!

 Isto é uma delinqüencia de liungüistas grandiloqüentes!..

Os “dois pontos” disseram que eu era preguiçoso que trabalhava deitado enquanto eles ficavam em pé.

Até o “Ç” foi a favor da minha expulsão. Aquele “C” cagõ que fica se passando por “S” e nunca teve coragem de inciar uma palavra…E tambem aquele obeso “” e o anoxérico “I”.

Desesperado tentei chamar o ponto final para trabvalharmos juntos fazenbdo um bico de reticências, mas negou, sempre encerrando logo as discussões.

Será que se deixar um topete moicano posso me passer por “aspas”?... A verdade é que estou forfa de moda.

Quem estão na moda são os estrangeiros “K” w “W”. “Kkk” pra cá (com rss) e “www”” pra lá .Até o # do jogo da velha que nunca ninguém ligou , virou celebridade nesse tala de “Twiter”, que alias deveria se chamar “Tüiter”. (Também reabilitaram o @ mas faz, com mil trocadalhos como @petrobrás, @planalto,@senado, @camara. Tambem resuscitaram  o & que acompanhado de ltda tem livre trânsito no cassino de luxo do BNDE$…)

Chega de arguição, mas estejam certos seus moderninhos: haverá conseqëncias. Chega de piadinhas de que estou “tremendo de medo”. Vou-me embora da língua portuguesa.

Foi bom enquanto durou. Mais de 450 anos. Vou pro alemão. Lá eles adora os tremas e vocês vão sentir saudades. E não vão agüentar!.. Saio da lingua para entrar na história.




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