O inglês é falado por 1,5 bilhão de pessoas;
O chinês por 1,2 bilhão;
O indu por 1,0 bilhão;
51 línguas são faladas por uma pessoa
1.500 línguas são faladas por menos de mil pessoas;
240 línguas são faladas por 96% dos seres humanos.
Acredita-se que daqui a l00 anos restarão 100 línguas;
24 daqui a 300 anos.
O inglês, espanhol e chinês e espanhol sobreviverão.
O português será incorporado pelo espanhol.

A Língua Portuguesa

No período medieval, o português nasceu da cisão do galaico-português em dois falares distintos (galego e português).
A sua estrutura de língua novi-latina manteve-se mas recebeu, ao longo do seu período de formação, a contribuição de outras línguas, especialmente o árabe e as línguas germânicas.
No período renascentista, o grego e, principalmente, o latim erudito contribuíram para uma maior variedade vocabular, e para a estruturação lingüística e gramatical.
Com as Grandes Navegações e as Descobertas, a língua portuguesa adotou vocábulos de diferentes origens.
Nos séculos XVIII e XIX, sofreu influência do francês.
No século XX, do inglês.

As línguas no Brasil

Antes de 1.500 havia 1.175 línguas.
Hoje são menos de 200. Certamente línguas indígenas.
O Brasil não tem dialetos.
No máximo, tem regionalismos.

A língua portuguesa no Brasil

Os descobridores, os primeiros povoadores e os padres falavam o português.
Os índios potiguaras, viatãs, tupiniquins, caetés, tupinambás, guaranis, carijós, tapuias, aymorés, goytacazes e tamoios falavam suas línguas. Foram identificadas na costa cerca de 76 nações e línguas. Só no Amazonas existiam mais de 150. Os estudos das línguas indígenas começaram com o padre biscaino João Azpicuelta Navarro.
Os bandeirantes falavam a língua geral, mistura de português com as línguas indígenas
Em 1583, as línguas africanas foram introduzidas no Brasil com a chegada de quatro mil escravos da Guiné. Sofreriam alterações findo o tráfico. Nina Rodrigues foi o primeiro a estudar as línguas e os dialetos da Guiné, Angola, Moçambique, Costa da Mina, Daomé e Sudão, predominando o nagô e o ioruba, na Bahia, e o quibundo, no Norte e no Sul.
Em 1595, em Coimbra, foi publicada por Antônio de Mariz a “Arte de Gramática da Língua mais usada na costa do Brasil”, feita pelo padre José de Anchieta que também elaborou “Diálogo da Doutrina Cristã” e “Arte da língua brasílica” a que todos os jesuítas deviam ler.
Em 1727, Dom João V fez saber ao governador do Maranhão que os índios deveriam ser instruídos na língua portuguesa.
Em 1755 em São Luís e Belém só se falava a língua tupica, inclusive nos púlpitos das igrejas.
Em 1757, O Código do Marques de Pombal ou a Lei do Diretório tinha por objetivos vulgarizar a língua portuguesa Com ela se conseguiu mudar a língua do Pará, São Paulo e Maranhão, determinando o ensino da língua portuguesa.
Em 1768, o guarani era a língua usada na intimidade em S ???p?ão Paulo.
Em 1823, José Honório Rodrigues registrou in “Humanidades”, revista da UnB: A vitória real da língua portuguesa no Brasil só foi registrada 300 anos depois da chegada dos descobridores, quando os brasileiros falaram pela primeira vez sua própria língua, em reunião pública, nos debates da Assembléia Constituinte de 1823”
O português é falado em sete países, espalhados por cinco continentes, por mais de 230 milhões de pessoas.
181,0 milhões no Brasil
18,9 milhões em Moçambique
12,0 milhões em Angola
10,0 milhões em Portugal
4,5 milhões de portugueses na Europa, América do Norte e América do Sul
1,1 milhão em Guiné Bissau
1,0 milhão em Macau, Timor Leste, Goa, Damão e Diu
434,0 mil em Cabo Verde
134 mil em São Tomé e Príncipe
A língua portuguesa tem um acervo de 500 mil palavras.
A 1ª edição do Vocabulário Ortográfico da Língua Portuguesa, da Academia Brasileira de Letras, em 1981, coordenado por Antonio Houais, registrou 360 mil palavras
Admite-se que hoje hajam:
160 mil na língua viva do Brasil e
140 mil na língua viva em Portugal.
Reformas Ortográficas na Língua Portuguesa
Em 1911, Portugal adotou a 1ª reforma ortográfica
Em 1931, foi aprovado o 1° Acordo Ortográfico entre Brasil e Portugal por iniciativa da Academia Brasileira de Letras e a Academia das Ciências de Lisboa
Em 1943, foi adotada a 1ª Convenção Ortográfica entre Brasil e Portugal
Em 1945, adotou-se a Convenção Ortográfica Luso Brasileira, em Portugal e não no Brasil.
Em 1971, foi promulgada Lei, no Brasil, reduzindo as divergências ortográficas com Portugal, com a simplificação.
Em 1973, foi promulgada Lei, em Portugal, reduzindo as divergências ortográficas com o Brasil.
Em 1975, a Academia das Ciências de Lisboa e a Academia Brasileira de Letras elaboraram novo projeto de acordo que não foi aprovado oficialmente.
Em 1986, realizou-se no Rio de Janeiro o primeiro encontro da comunidades dos países de língua portuguesa, tendo a Academia Brasileira de Letras apresentado o Memorando Sobre o Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa. Também se realizou o Encontro de Verificação Ortográfico da Língua Portuguesa, que teve como Secretário Geral Antonio Houaiss, que apresentou o documento Bases Analíticas da Ortografia Simplificada da Língua Portuguesa, em 1945, renegociada em 1986.
Em 1990, a Academia das Ciências de Lisboa convocou novo encontro juntando uma Nota Explicativa do Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa, assinado por representantes de Angola, Brasil, Cabo Verde, Guiné-Bissau, Moçambique, Portugal e São Tomé e Príncipe, e estabelecendo que o Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa entrará em vigor em 1 de janeiro de 1994...

Há quem afirme que:
Uma criança usa 1.000 palavras
Um adulto, 2.000;
Uma pessoa culta, 5.000
Um pessoa erudita, 10.000.
O bra ???p?sileiro médio usa 2.000 palavras
Dicionários
O Dicionário da Academia Brasileira de Letras tem 72 mil verbetes
O Dicionário de Antonio Houaiss 228.500
O Dicionário Michaelis 200.000
O Dicionário do Aurélio 160.000
O Dicionário Larousse Ilustrado 35.000
O Dicionário da Academia das Ciências de Lisboa 120.000l
O maior Dicionário do mundo é o Oxford English Dictionary com 615.00 verbetes. A 1ª edição saiu em 1927, depois de 48 anos de pesquisas, com 414.825.
A gíria no Brasil teria um acervo de:
50 mil palavras.
No meu Dicionário, 28 mil
No de Viotti, 5 mil (1957)
No de Nascentes. 2,5 mil (1953)
No de Amadeu Amaral, 2,0 mil (1922)
No de Elysio Carvalho, 500 (1912)
No de Bock l,0 mil (1903)
As referências sobre gírias
Em Portugal, nos séculos
XVI (Gil Vicente, Jorge Ferreira de Vasconcelos)
XVII (Dom Francisco Manuel de Melo)
XVIII (padre Rafael Bluteau e Manoel Joseph Paiva)
No Brasil,
XIX (Manuel Antonio de Almeida, Aloizio de Azevedo, J.Romaguera Correa)
XX (Bock, Elysio de Carvalho, Amadeu Amaral, Antenor Nascentes, Manuel Viotti, Monica Rector, Dino Pretti)

Como nascem as gírias.

Muita gente pergunta pelo correio eletrônico, bem como em entrevistas, encontros, seminários etc como nascem as gírias. ???p?
As formas são muitas:
1) neologismos, novas palavras com a lógica da língua, seja pela morfologia ou fonética;
2) metaplasmos
3) bordões, jargões, refrões, chavões, clichês, gritos de guerra, palavras de ordem, etc
4) palavrões e calões
5) ditados, ditos e expressões populares, frases feitas, frases de efeito
6) modismos induzidos, especialmente na tevê, um bordão que vira modismo
7) modismos tecnificados, especialmente na publicidade, uma frase, um slogan, uma palavra de ordem que vira modismo
8) regionalismo, caipirismo
9) vícios de linguagem, barbarismos, solecismos
9) palavras inventadas
10) corruptelas ou corrutelas
11) duplo significado. Na etimologia, uma coisa. Na gíria, outra
12) inclusão ou supressão de letras e sílabas
3) preguiça de se pronunciar a palavra por inteiro
14) simplificação da linguagem.

A maior palavra
A maior palavra da língua portuguesa não é anticonstitucionalissimamente, como durante muito tempo se falou, mas Pneumoultramicroscopicossilico- vulvcanoconiotico, com 46 letras., que significa estado de que é acometido de uma doença rara provocada pela aspiração de cinzas vulcânicas.

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"Esta obra é rica de signos e ???p? significados. Concordo com a observação do autor de que ela "é a manifestação da língua viva", representando apreciável vertente do nosso vernáculo."
Arnaldo Niskier, ex-Presidente da Academia Brasileira de Letras

"Quero dizer-lhe, muito lealmente, que você levou a bom termo alguma coisa de extremo interesse presente a futuro não só para a nossa lingua formal presente, mas também para a informal, cujos enlaces você não deixou de apontar."
Antonio Houaiss, ex-Ministro da Cultura e membro da Academia Brasileira de Letras."Gostei muito do Dicionário. É bom. Acho que Houaiss tem razão."
Marcos Vinicius Vilaça, Ministro do Tribunal de Contas da União e membro da Academia Brasileira de Letras"Um trabalho dessa ordem, pesquisando a linguagem falada do povo, das classes marginais tem, em nossos dias, uma importância muito grande para o estudo da lexicografia popular."
Dino Pretti, Professor da USP."Serra escarafunchou meio mundo, aqui e alhures, região por região, por todo esse Brasil imenso, a fim de registrar vocábulos e expressões de que se valem os brasileiros na sua prática coloquial cotidiana."
Blanchard Girão, Jornal ???p?ista.

"Trata-se de uma longa pesquisa em que você contribui valiosamante para o linguajar falado do brasileiro e isso ajuda sobremaneira a todos nós."
L.G. Do Nascimento Silva, ex-Ministro da Previdência e ex-Embaixador do Brasil em Paris."Desejo cumprimentá-lo pelo "Dicionário de Gíria" que você teve a coragem de iniciar a perseverança de levar a bom termo.
Osvaldo Della Giustina, ex-Reitor da Universidade de Tocantins.

"No seu livro, Serra e Gurgel, adverte que disseminação dessa forma de Linguagem, não raro também divulgada pelos meios de comunicação, pode estar levando o português falado no Brasil a se transformar numa língua ágrafa - ou seja, sem a correspondente representação gráfica para sua manifestação sonora."
Editorial do jornal A GAZETA, de Vitória, ES.

VEJA AS EDIÇÕES ANTERIORES DO JORNAL DA GÍRIA

Jornal Novembro de 1999
Jornal Dezembro de 1999
Jornal Janeiro de 2000
Jornal Fevereiro de 2000
Jornal Março de 2000
Jornal Abril de 2000
Jornal Maio/Junho de 2000
Jornal Julho/Agosto de 2000
Jornal Setembro/Outubro de 2000
Jornal Janeiro/Fevereiro de 2001
Jornal Março/Abril de 2001
Jornal Maio/Junho de 2001
Jornal Julho/Agosto de 2001
Jornal Setembro/Outubro de 2001
Jornal Novembro/Dezembro de 2001
Jornal Janeiro/Fevereiro de 2002
Jornal Março/Abril de 2002
Jornal Maio/Junho de 2002
Jornal Julho/Agosto de 2002
Jornal Novembro/Dezembro de 2002
Jornal Dezembro/02 - Janeiro/03
Jornal Janeiro/Fevereiro de 2003
Jornal Abril/Maio de 2003
Jornal Junho/Julho de 2003
Jornal Agosto/Setembro de 2003
Jornal Outubro/Novembro de 2003
Jornal Dezembro de 2003
Jornal Fevereiro/Março de 2004
Jornal Abril/Maio de 2004
Jornal Junho-Agosto de 2004
Jornal Setembro/Outubro de 2004
Jornal Novembro/Dezembro de 2004
Jornal Janeiro-Abril de 2005
Jornal Maio/Julho de 2005

Jornal Agosto/Outubro de 2005
Jornal Janeiro/Fevereiro de 2006
Jornal Março/Abril de 2006
Jornal Maio/Junho de 2006
Jornal Agosto/Setembro de 2006
Jornal Outubro/Dezembro de 2006
Jornal Janeiro/Fevereiro de 2007
Jornal Março/Abril de 2007
Jornal Maio/Julho de 2007
Jornal Agosto/Outubro de 2007
Jornal Novembro/Dezembro de 2007
Jornal Janeiro/Fevereiro de 2008

Jornal Março/Abril de 2008

Jornal Maio/Junho de 2008
Jornal Julho/Agosto de 2008
Jornal Setembro/Outubro de 2008
Jornal Novembro/Dezembro de 2008
Jornal Janeiro/Fevereiro de 2009
Jornal Março/Abril de 2009
Jornal Maio/Junho de 2009
Jornal Julho de 2009
Jornal Agosto de 2009
Jornal Setembro/Outubro de 2009
Jornal Novembro/Dezembro de 2009
Jornal Janeiro/Fevereiro de 2010
Jornal Março/Abril de 2010
Jornal Maio/Junho de 2010
Jornal Julho/Agosto de 2010
Jornal Setembro/Outubro de 2010
Jornal Novembro/Dezembro de 2010
Jornal Janeiro/Fevereiro de 2011
Jornal Março/Abril de 2011
Jornal Maio/Junho de 2011
Jornal Julho de 2011
Jornal Agosto de 2011
Jornal Setembro/Outubro de 2011
Jornal Novembro/Dezembro de 2011
Jornal Janeiro/Fevereiro de 2012
Jornal Março/Abril de 2012
Jornal Maio/Junho de 2012
Jornal Julho/Agosto de 2012
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Jornal Novembro/Dezembro de 2012
Jornal Janeiro/Fevereiro de 2013
Jornal Marco/Abril de 2013
Jornal Maio/Junho de 2013
Jornal Julho/Agosto de 2013
Jornal Setembro de 2013
Jornal Outubro de 2013
Jornal Novembro/Dezembro de 2013
Jornal Janeiro/Fevereiro de 2014
Jornal Março/Abril de 2014
Jornal Maio/Junho de 2014
Jornal Julho/Agosto de 2014
Jornal Setembro/Outubro de 2014
Jornal Novembro/Dezembro de 2014
Jornal Janeiro/Fevereiro de 2015
Jornal Março/Abril de 2015
Jornal Maio/Junho de 2015
Jornal Julho/Agosto de 2015
Jornal Setembro/Outubro de 2015
Jornal Novembro/Dezembro de 2015
Jornal Janeiro/Fevereiro de 2016
Jornal Março/Abril de 2016
Jornal Maio/Junho de 2016
Jornal Julho/Agosto de 2016
Jornal Setembro/Outubro de 2016
Jornal Novembro/Dezembro de 2016
Jornal Janeiro/Fevereiro de 2017


Jornal da Gíria Ano XVIII- Nº109 – Março e Abril de 2017
 

giria



Visite o nosso Facebook, com as últimas questões gírias e da língua portuguesa.

Clique nos ícones abaixo e veja ou ouça o que a equipe do Jornal da Gíria pesquisou sobre a língua portuguesa e que é do seu interesse conhecer.

Ouça aqui giria portuguesa e divirta-se ! (necessario PowerPoint )

 Veja o que mandou António Pinho, de Lisboa: A origem da língua portuguesa:

https://www.youtube.com/watch?v=EtBief6RK_I

Veja o que me mandou Rubem Amaral Junior  :

http://youtu.be/sTVgNi8FFFM

veja a despedida do trema  ! (necessario PowerPoint)

giria de angola : https://www.youtube.com/watch?v=YZdSGL54f-Y

Brasileirismos ! (necessario PowerPoint)

PALAVRAS PARECIDAS, SIGNIFICADOS MUITO DIFERENTES

CHAMADAS DE HOMÓFONAS, PALAVRAS COMO “TRÁS” E “TRAZ” SOAM DA MESMA MANEIRA

E PODEM CAUSAR CONFUSÃO

 

15/02/2017 8:00 / Atualizado 16/02/2017 14:46

O nome é pomposo, mas a explicação é bem simples. Homófonas são palavras com sonoridade igual, mas sentidos diferentes. Mesmo assim, elas merecem atenção, porque funcionam como verdadeiras

pegadinhas da língua portuguesa.

Numa conversa, as palavras homófonas são ditas sem grande dificuldade, mas na hora de escrevê-las, um “s” no lugar do “c”, por exemplo, pode comprometer todo o sentido da frase e mudar a lógica do

discurso. Erros que podem tirar pontos numa prova escrita ou causar constrangimentos num e-mail corporativo.

 

traz

 

"Traz" e "trás" causam confusão por terem a mesma sonoridade. A primeira é uma derivação do verbo trazer.

Já a segunda é referente a localização, a estar atrás de algo - Fotolia

Tatiana Nunes, professora de Português e Redação da Escola Dínamis, tem uma dica certeira para evitar este equívoco: o hábito da leitura.

– Com a leitura temos contato com uma série de palavras que não estão tão presentes no discurso oral. Ler livros, jornais e revistas, por exemplo, é a oportunidade de se familiarizar com essas palavras

em diversos contextos. Com isso, fica mais fácil detectar um erro mesmo visualmente, ao reler um texto.

Abaixo, alguns exemplos de palavras que podem causar confusão:

>>> Cessão x sessão x seção

- Sessão

Escrito desta forma significa o tempo de um espetáculo de cinema, teatro, etc.

Exemplo: Vou ao cinema na sessão das dez.

- Cessão

Significa ceder, ou seja, transferir algo, dar lugar ou posse a outra pessoa. Se ficar na dúvida sobre essa cessão, lembre-se que o verbo ceder começa com “c”.

Exemplo: Não autorizo a cessão dos meus direitos autorais.

- Seção

Significa o mesmo que secção, ou seja, do ato ou efeito de repartir. Também pode significar divisão de repartições públicas, parte de um todo ou departamento.

Exemplo: Cada seção deste projeto será analisada.

>>> Senso x censo

- Censo

A palavra censo se refere ao recenseamento da população, ou seja, ao levantamento estatístico de dados referentes a um conjunto de pessoas.

Exemplo: Durante o Censo 2010, mais de 67 milhões de domicílios foram visitados.

- Senso

A palavra senso diz respeito à capacidade de entender e julgar, e também refere-se à qualidade de quem é sensato e prudente.

Exemplo: Seu senso de humor é muito peculiar.

Exemplo 2: Você é um rapaz de bom senso.

>>> Ascender x acender

Neste caso, nem adianta reforçar o “sc” e falar de forma diferente as duas palavras. A pronúncia de ambas é exatamente a mesma.

- Ascender

Significa subir ou elevar-se.

Exemplo: Ele ascendeu ao cargo de diretor da empresa.

- Acender

Significa iluminar ou colocar fogo.

Exemplo: Vamos acender as luzes da sala?

>>> Acento x assento

- Acento

Se refere à acentuação (sinal gráfico) de uma palavra.

Exemplo: A palavra avô tem acento circunflexo.

- Assento

Se refere ao lugar onde se senta, como uma cadeira ou banco.

Exemplo: Os assentos azuis do metrô são preferenciais para idosos e gestantes.

>>> Caçar x Cassar

- Caçar

Significa a busca, perseguição e captura.

Exemplo: Nessa área, podemos caçar legalmente alguns animais.

Publicidade

- Cassar

Significa invalidar ou anular algo.

Exemplo: Tudo indica que os senadores irão cassar o mandato dele até terça-feira

>>> Conserto x concerto

- Conserto

Significa consertar algo que exige reparos.

Exemplo: Esse móvel precisa de um conserto urgente.

- Concerto

Significa espetáculo musical, muitas vezes de música clássica.

Exemplo: Fui ao Theatro Municipal assistir a um concerto pela primeira vez.

>>> Aço x asso

- Aço

Metal resistente formado por ferro e carbono.

Exemplo: Esta barra de aço é muito resistente

- Asso

Do verbo assar.

Exemplo: Asso as batatas no forno por 40 minutos.

>>> Cela x sela

- Cela

Pequeno compartimento para confinamento em cadeias e prisões.

Exemplo: O assassino passará o resto de sua vida naquela cela.

- Sela

Assento acolchoado usado para andar a cavalo.

Exemplo: Colocou a sela no cavalo e saiu cavalgando pelos campos.

>>> Cem x Sem

- Cem

Refere-se ao número 100.

Exemplo: Cem Anos de Solidão é um dos meus livros preferidos.

- Sem

Significa ausência.

Exemplo: Não consigo viver sem você.

>>> Mau x Mal

- Mau

É o contrário de “bom”

Exemplo: Na história, o vaqueiro era um homem mau.

- Mal

É o contrário de “bem”.

Exemplo: Meu filho está passando mal.

>>> Houve x ouve

- Houve

Variável do verbo “haver”. Significa existir.

Exemplo: Houve um tempo em que nosso povo vivia em paz.

- Ouve

Do verbo “ouvir”. Significa escutar.

Exemplo: Sei que você me ouve, então não me ignore.

>>> Trás x Traz

- Trás

Referente à localização, estar atrás de algo.

Exemplo: Não se arrependa, nem olhe para trás.

- Traz

Do verbo trazer.

Crédito a UNIVERSIDADE VEIGA DE ALMEIDA, com autoria não identificada;

 
DIFICULDADES DA LÍNGUA PORTUGUESA

Se você já teve dificuldade em saber exatamente que palavra ou expressão usar em português...Parabéns! Você é normal! (rsrsrsrs).
Brincadeiras à parte, certa dificuldade é comum devido às inúmeras variações possíveis.
Aqui estão algumas das dificuldades mais comuns no dia-a-dia.
Estude! Aprenda! Instrua-se ! O benefício é seu.
 

 

acerca
a cerca 
cerca de 
há cerca

acerca= advérbio- com referência a -  Falei acerca do assunto. 
a cerca = substantivo- A cerca está muito alta.
cerca de= aproximadamente- Ele falou cerca de trinta minutos
há cerca= verbo haver + locução prepositiva- aproximadamente- Falei há cerca de vinte minutos.

alerta  

interjeição- invariável- As sentinelas estão sempre alerta.  

ambos

forma dual- evitar usar a forma “ambos os dois”

anexo

adjetivo-  Os documentos estão anexos aos requerimentos.  
em anexo- expressão invariável- Os documentos estão em anexo.

à toa  
à-toa

à toa= adjetivo- Palavras à toa.  
à-toa= advérbio- Estou à-toa na vida. (sem rumo)

a  
há  
ah
 
 

A = referência a tempo futuro- Sairei daqui a dez minutos.  
Há= referência a tempo passado- Estou doente há dois dias.  
Ah= interjeição – Ah! Como é bom estar em férias

a par  
ao par

 a par = conhecer, saber – Estou a par de tudo  
 ao par = igualdade- O dólar está ao par com o real

afim  
a fim de
 

afim = adjetivo- próximo- Ele é meu parente afim. 
a fim de = (com a finalidade de) locução prepositiva- Viajou a fim de se esconder.

a princípio  
em princípio 
 

a princípio = no começo (tempo) – A principio era o Verbo. 
em princípio = concessão, aceitação- Em princípio nada impede que você vá.

ao encontro de  
de encontro a

ao encontro de = relação de concordância- A proposta veio ao encontro do meu desejo.
de encontro a = relação de oposição, ou discordância- O carro bateu de encontro ao muro.

a distância à distância
 
 

sem  crase no a, quando a distância  não for conhecida.  
com  crase no a, quando a distância for conhecida.

bastantes

bastante

adjetivo- dando ideia de “suficiente “Havia bastantes pessoas na sala”.

advérbio- Dá ideia de intensidade - Os alunos estudam bastante.

conforme

adjetivo- conformado, concorde – Tudo esta conforme com a Lei. (Tudo concorda com a lei)
advérbio- de acordo, segundo- Todos agiram conforme o regulamento.

demais  
de mais  
ademais 
 

demais = advérbio de modo, intensidade – pronome (os outros)- preposição (além de)
de mais = advérbio de quantidade- Comprei calças de mais.  
ademais = além de

descrição discrição

Descrição = ato de descrever  
Discrição = ato de ser discreto 

descriminar discriminar   

Descriminar = ato de tirar o crime, deixar de ser crime 
Discriminar = mencionar, enumerar, separar dos outros

despercebido desapercebido   

Despercebido = erro não percebido 
Desapercebido = desprevenido

  exceto

preposição- invariável- Todos saíram, exceto eles.

extra

adjetivo- variável-suplementar  
prefixo latino- invariável- além de (Oferta extra especial)

eminente  
iminente/
proeminente preeminente

eminente= ilustre – Todos aplaudiam o eminente professor.  
iminente= prestes a acontecer – O colapso da natureza é iminente.  
proeminente= saliente- sentido físico – Ele tem um nariz proeminente.  
preeminente= ilustre – Orgulha-se do preeminente antepassado.

em vez de
ao invés de
 
 

em vez de= em lugar de
ao invés de= ao contrário de

em nível de  
a nível de


não usar ”a nível de”

entre mim e você  

entre é preposição- rege formas tônicas oblíquas de pronome.Por isso "entre MIM e você"
 
E NÃO - "entre EU e você"

estamos  
somos

 Estamos em dez na sala  
 Somos dez na classe.

fusível  
fuzil

fusível= peça elétrica  
fuzil= arma do exercito 

o grama  
a grama

o grama= peso. Comprei duzentos gramas de presunto.  
a grama= capim

germinada
geminada
 
 

germinada= com germes 
geminada= com uma parede em comum.- Moro em casa geminada.

  incluso

 

adjetivo (fem.)- A documentação está inclusa no envelope
adjetivo (masc.)- O custo está incluso no preço final. 

mal  
mau

mal=substantivo (bem) advérbio (bem) conjunção (quando, assim que, apenas)-oposto de Bem mau= adjetivo (bom) substantivo (artigo)- oposto de Bom

mas  
mais 
más

mas= conjunção adversativa.  Ele estudou, mas não passou no concurso.
mais= advérbio de intensidade- Quero mais espaço!  
más= adjetivo plural feminino de mau- Elas são más.

mandato  
mandado

mandato= político- O mandato do governador termina amanhã. 
mandado= segurança. Expedi um mandado contra os policiais.

o moral  
a moral

o moral= ânimo  
a moral= regras de conduta


meio

 numeral= variável- Comprei meio quilo de café. 
 advérbio= invariável- Estou meio cansada.

  menos   

 advérbio- não se flexiona- Há menos decisões a serem tomadas.  

mesmo

adjetivo- variável- Ela mesma se entregou.  
advérbio- invariável- justamente- Livro raro, mesmo, é aquele

morar em   

 não se usa a forma “morar a”

obrigado

 adjetivo- variável – Obrigado , obrigada, obrigados, obrigadas – Usar conforme o contexto da frase

onde  
aonde  
donde

onde= verbos estáticos, de repouso- lugar- Não sei onde estou. 
aonde= verbos de movimento- Aonde vai você?
donde (de onde) = ideia de afastamento – Não sei donde vem esse rio

possível

adjetivo- variável  
expressão invariável= “o mais possível”

para eu
para mim

antes do verbo no infinitivo usa-se EU  
Ele pediu para eu ler o texto  
em outros casos use-se mim.  
Ele deu o livro para mim.

pedir para 
pedir que

pedir para= licença – Pediu para sair pois queria telefonar  
pedir que= quando não é licença – Pedimos que desliguem seus celulares

personagem

 usa-se a ou o  
Foi o (ou a) melhor personagem daquele ator.

preferir a

preferir isto a aquilo  
Prefiro samba a rock – Prefiro azul a verde.

propositadamente  


 não se usa a forma propositalmente

quite

particípio passado do verbo quitar- flexiona-se 
Estamos quites com o serviço militar.

ratificar  
retificar

ratificar= confirmar – O acordo comercial foi ratificado ontem.  
retificar= corrigir – Para evitar enchentes temos que retificar o rio.

russa  
ruça

russa= da Rússia  
ruça= ruim

residir em  

residir em e não a – Resido em São Paulo no bairro da  Penha


salvo

adjetivo= livre- variável. 
Por enquanto estamos salvos
preposição= exceto- invariável  
Esta tudo certo, salvo o relatório semanal

adjetivo= sózinho- flexão de número(masc. - fem. - sing. plural)  
advérbio= somente- invariável

senão

se não

senão= conjunção adversativa- em caso contrário-
 Cale a boca, senão aparece a polícia.  
se não= conjunção condicional (se) e advérbio de negação (não)-Se não fosse Van Gogh, o que seria do amarelo?

sequer 

se quer

sequer= advérbio- a menos, pelo menos  
Não tive sequer uma indicação.  
se quer= conjunção se + 3ª pessoa do verbo querer-
 Se quer, pode partir.

sobre  
sob

sobre= em cima de  
sob= debaixo de

seção  
sessão 
secção  
cessão

Seção= divisão – Cada departamento tem sua seção. 
sessão= reunião, espetáculo – Gostei da sessão de cinema de hoje. 
secção= cortar – O cirurgião fez a secção do tumor.
cessão= ato de ceder – A cessão de direitos autorais depende do autor.

sortir 
surtir  
surtar

sortir= abastecer 
surtir= produzir  
surtar = sofrer um surto, um mau momento

todo 
todo o

todo= qualquer- Todo viajante gosta de lugares novos.
todo o= inteiro, total- Eu já li todo o livro de poesia.

traz  
trás

traz= verbo trazer
trás= preposição- depois de, após

tampouco

tão pouco

tampouco= advérbio negativo- muito menos-
Não  atendi ao telefone, tampouco abri a porta.  
tão pouco= advérbio de intensidade- 
Tão pouco tempo é a vida.

tv em cores

 não se usa TV a cores 
A TV funciona À eletricidade e EM cores

terraplenagem terraplanagem

terraplenagem= ato ou efeito de encher de terra uma cavidade 
terraplanagem= ato ou efeito de tornar plano

visto

adjetivo- variável(sing. - plural)
expressão “haja vista” = invariável

vultoso  
vultuoso

vultoso= de vulto, grande quantidade  
vultuoso= atacado da moléstia vultuosidade

vir  
vier

vir= verbo ver- futuro do subjuntivo-Quando eu o vir, darei o recado.

 

Crédito à WEB sem identifcação de autoria.

AS PALAVRAS MAIS DIFICIEIS DE SEREM FALADAS PELOS ESTRANGEIROS

Exceção (exception)

Amanhã  (tomorrow)

Lagartixa (tropical housegecro_

Gtrocadlho (word pun)

Cabeleireireiro (hairdresser)

Paralelepípedo (parking satone)

Otorrinolaroingologista ( otolaryngologist)

Li no El País, de Madrid, versão WEB,

 

SOTAQUES DO BRASIL - JORNAL HOJE - DESVENDA AS DIFERENTES FORMAS DE FALAR DO BRASILEIRO.

giria

Erica Sitta

Publicado em 20 de fev de 2016

Pesquisa realizada em 250 cidades

 1.100 informantes

3.00 horas de gavvaçãop

A reporter da globo viajou 16 mil km.

Oprofa. Suzana Cardoso da UFBA, principal informante..

257 mil 800 km sete voltas em volta da tgerra.

O Jornal Hoje viajou 16 mil quilômetros para mostrar a riqueza da língua portuguesa.
A Série foi feita a partir da elaboração do Atlas Linguístico do Brasil.

Pernilongo ou muriçoca? Pão francês ou cacetinho? Bombom ou queimado? Os estados brasileiros têm o seu próprio vocabulário. Palavras diferentes acabam tendo o mesmo significado. Os professores que estão criando

o Atlas Linguístico do Brasil dão o exemplo de mais de 200 palavras que mudam de estado para estado.

A primeira matéria da série mostra que muitos locais do país têm um jeito diferente de pronunciar a letra “R”. Tem o “R” retroflexo, popularmente conhecido como “R” caipira; o “R” carioca, que raspa no fundo da garganta; 

o “R” gutural, que é mais suave, ouvido em Belo Horizonte e nas capitais do Norte e Nordeste; o “R” pronunciado com a ponta da língua; e o “R” que perde vibração e quase desaparece.

“Esqueci o isqueiro na esquina esquerda da escola”. Difícil não “chiar” nessa frase. Segundo os professores que prepararam o Atlas Linguístico do Brasil, três capitais disputam a liderança de quem fala o "S" mais chiado.

O maior número de pessoas falando o “S” chiado está no Rio de Janeiro. De cada 100 cariocas, 97 chiam, principalmente quando o “S” está no meio da palavra. Belém fica em segundo lugar, seguida de Florianópolis.

A terceira reportagem da série mostra o jeito mineiro de encurtar as palavras e como em São Paulo o “R” se multiplica. Além disso, mostra que os pesquisadores criaram um mapa das capitais que usam o pronome “tu”.
 A campeã foi Porto Alegre, onde de cada 10 pessoas, seis se referem ao outro como “tu”.

A última reportagem da série mostra como os brasileiros pronunciam as vogais, como a letra ‘e’. A vogal 'e' tem outra variação e segundo pesquisadores, acaba sendo trocada pela letra 'i'. São poucos os brasileiros que
 pronunciam o 'e' bem falado, principalmente no final das palavras, como na região de Curitiba.

Assista ao vídeo e veja a matéria completa.
Por Ana Zimmerman

 

 
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