O inglês é falado por 1,5 bilhão de pessoas;
O chinês por 1,2 bilhão;
O indu por 1,0 bilhão;
51 línguas são faladas por uma pessoa
1.500 línguas são faladas por menos de mil pessoas;
240 línguas são faladas por 96% dos seres humanos.
Acredita-se que daqui a l00 anos restarão 100 línguas;
24 daqui a 300 anos.
O inglês, espanhol e chinês e espanhol sobreviverão.
O português será incorporado pelo espanhol.

A Língua Portuguesa

No período medieval, o português nasceu da cisão do galaico-português em dois falares distintos (galego e português).
A sua estrutura de língua novi-latina manteve-se mas recebeu, ao longo do seu período de formação, a contribuição de outras línguas, especialmente o árabe e as línguas germânicas.
No período renascentista, o grego e, principalmente, o latim erudito contribuíram para uma maior variedade vocabular, e para a estruturação lingüística e gramatical.
Com as Grandes Navegações e as Descobertas, a língua portuguesa adotou vocábulos de diferentes origens.
Nos séculos XVIII e XIX, sofreu influência do francês.
No século XX, do inglês.

As línguas no Brasil

Antes de 1.500 havia 1.175 línguas.
Hoje são menos de 200. Certamente línguas indígenas.
O Brasil não tem dialetos.
No máximo, tem regionalismos.

A língua portuguesa no Brasil

Os descobridores, os primeiros povoadores e os padres falavam o português.
Os índios potiguaras, viatãs, tupiniquins, caetés, tupinambás, guaranis, carijós, tapuias, aymorés, goytacazes e tamoios falavam suas línguas. Foram identificadas na costa cerca de 76 nações e línguas. Só no Amazonas existiam mais de 150. Os estudos das línguas indígenas começaram com o padre biscaino João Azpicuelta Navarro.
Os bandeirantes falavam a língua geral, mistura de português com as línguas indígenas
Em 1583, as línguas africanas foram introduzidas no Brasil com a chegada de quatro mil escravos da Guiné. Sofreriam alterações findo o tráfico. Nina Rodrigues foi o primeiro a estudar as línguas e os dialetos da Guiné, Angola, Moçambique, Costa da Mina, Daomé e Sudão, predominando o nagô e o ioruba, na Bahia, e o quibundo, no Norte e no Sul.
Em 1595, em Coimbra, foi publicada por Antônio de Mariz a “Arte de Gramática da Língua mais usada na costa do Brasil”, feita pelo padre José de Anchieta que também elaborou “Diálogo da Doutrina Cristã” e “Arte da língua brasílica” a que todos os jesuítas deviam ler.
Em 1727, Dom João V fez saber ao governador do Maranhão que os índios deveriam ser instruídos na língua portuguesa.
Em 1755 em São Luís e Belém só se falava a língua tupica, inclusive nos púlpitos das igrejas.
Em 1757, O Código do Marques de Pombal ou a Lei do Diretório tinha por objetivos vulgarizar a língua portuguesa Com ela se conseguiu mudar a língua do Pará, São Paulo e Maranhão, determinando o ensino da língua portuguesa.
Em 1768, o guarani era a língua usada na intimidade em S ???p?ão Paulo.
Em 1823, José Honório Rodrigues registrou in “Humanidades”, revista da UnB: A vitória real da língua portuguesa no Brasil só foi registrada 300 anos depois da chegada dos descobridores, quando os brasileiros falaram pela primeira vez sua própria língua, em reunião pública, nos debates da Assembléia Constituinte de 1823”
O português é falado em sete países, espalhados por cinco continentes, por mais de 230 milhões de pessoas.
181,0 milhões no Brasil
18,9 milhões em Moçambique
12,0 milhões em Angola
10,0 milhões em Portugal
4,5 milhões de portugueses na Europa, América do Norte e América do Sul
1,1 milhão em Guiné Bissau
1,0 milhão em Macau, Timor Leste, Goa, Damão e Diu
434,0 mil em Cabo Verde
134 mil em São Tomé e Príncipe
A língua portuguesa tem um acervo de 500 mil palavras.
A 1ª edição do Vocabulário Ortográfico da Língua Portuguesa, da Academia Brasileira de Letras, em 1981, coordenado por Antonio Houais, registrou 360 mil palavras
Admite-se que hoje hajam:
160 mil na língua viva do Brasil e
140 mil na língua viva em Portugal.
Reformas Ortográficas na Língua Portuguesa
Em 1911, Portugal adotou a 1ª reforma ortográfica
Em 1931, foi aprovado o 1° Acordo Ortográfico entre Brasil e Portugal por iniciativa da Academia Brasileira de Letras e a Academia das Ciências de Lisboa
Em 1943, foi adotada a 1ª Convenção Ortográfica entre Brasil e Portugal
Em 1945, adotou-se a Convenção Ortográfica Luso Brasileira, em Portugal e não no Brasil.
Em 1971, foi promulgada Lei, no Brasil, reduzindo as divergências ortográficas com Portugal, com a simplificação.
Em 1973, foi promulgada Lei, em Portugal, reduzindo as divergências ortográficas com o Brasil.
Em 1975, a Academia das Ciências de Lisboa e a Academia Brasileira de Letras elaboraram novo projeto de acordo que não foi aprovado oficialmente.
Em 1986, realizou-se no Rio de Janeiro o primeiro encontro da comunidades dos países de língua portuguesa, tendo a Academia Brasileira de Letras apresentado o Memorando Sobre o Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa. Também se realizou o Encontro de Verificação Ortográfico da Língua Portuguesa, que teve como Secretário Geral Antonio Houaiss, que apresentou o documento Bases Analíticas da Ortografia Simplificada da Língua Portuguesa, em 1945, renegociada em 1986.
Em 1990, a Academia das Ciências de Lisboa convocou novo encontro juntando uma Nota Explicativa do Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa, assinado por representantes de Angola, Brasil, Cabo Verde, Guiné-Bissau, Moçambique, Portugal e São Tomé e Príncipe, e estabelecendo que o Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa entrará em vigor em 1 de janeiro de 1994...

Há quem afirme que:
Uma criança usa 1.000 palavras
Um adulto, 2.000;
Uma pessoa culta, 5.000
Um pessoa erudita, 10.000.
O bra ???p?sileiro médio usa 2.000 palavras
Dicionários
O Dicionário da Academia Brasileira de Letras tem 72 mil verbetes
O Dicionário de Antonio Houaiss 228.500
O Dicionário Michaelis 200.000
O Dicionário do Aurélio 160.000
O Dicionário Larousse Ilustrado 35.000
O Dicionário da Academia das Ciências de Lisboa 120.000l
O maior Dicionário do mundo é o Oxford English Dictionary com 615.00 verbetes. A 1ª edição saiu em 1927, depois de 48 anos de pesquisas, com 414.825.
A gíria no Brasil teria um acervo de:
50 mil palavras.
No meu Dicionário, 28 mil
No de Viotti, 5 mil (1957)
No de Nascentes. 2,5 mil (1953)
No de Amadeu Amaral, 2,0 mil (1922)
No de Elysio Carvalho, 500 (1912)
No de Bock l,0 mil (1903)
As referências sobre gírias
Em Portugal, nos séculos
XVI (Gil Vicente, Jorge Ferreira de Vasconcelos)
XVII (Dom Francisco Manuel de Melo)
XVIII (padre Rafael Bluteau e Manoel Joseph Paiva)
No Brasil,
XIX (Manuel Antonio de Almeida, Aloizio de Azevedo, J.Romaguera Correa)
XX (Bock, Elysio de Carvalho, Amadeu Amaral, Antenor Nascentes, Manuel Viotti, Monica Rector, Dino Pretti)

Como nascem as gírias.

Muita gente pergunta pelo correio eletrônico, bem como em entrevistas, encontros, seminários etc como nascem as gírias. ???p?
As formas são muitas:
1) neologismos, novas palavras com a lógica da língua, seja pela morfologia ou fonética;
2) metaplasmos
3) bordões, jargões, refrões, chavões, clichês, gritos de guerra, palavras de ordem, etc
4) palavrões e calões
5) ditados, ditos e expressões populares, frases feitas, frases de efeito
6) modismos induzidos, especialmente na tevê, um bordão que vira modismo
7) modismos tecnificados, especialmente na publicidade, uma frase, um slogan, uma palavra de ordem que vira modismo
8) regionalismo, caipirismo
9) vícios de linguagem, barbarismos, solecismos
9) palavras inventadas
10) corruptelas ou corrutelas
11) duplo significado. Na etimologia, uma coisa. Na gíria, outra
12) inclusão ou supressão de letras e sílabas
3) preguiça de se pronunciar a palavra por inteiro
14) simplificação da linguagem.

A maior palavra
A maior palavra da língua portuguesa não é anticonstitucionalissimamente, como durante muito tempo se falou, mas Pneumoultramicroscopicossilico- vulvcanoconiotico, com 46 letras., que significa estado de que é acometido de uma doença rara provocada pela aspiração de cinzas vulcânicas.

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"Esta obra é rica de signos e ???p? significados. Concordo com a observação do autor de que ela "é a manifestação da língua viva", representando apreciável vertente do nosso vernáculo."
Arnaldo Niskier, ex-Presidente da Academia Brasileira de Letras

"Quero dizer-lhe, muito lealmente, que você levou a bom termo alguma coisa de extremo interesse presente a futuro não só para a nossa lingua formal presente, mas também para a informal, cujos enlaces você não deixou de apontar."
Antonio Houaiss, ex-Ministro da Cultura e membro da Academia Brasileira de Letras."Gostei muito do Dicionário. É bom. Acho que Houaiss tem razão."
Marcos Vinicius Vilaça, Ministro do Tribunal de Contas da União e membro da Academia Brasileira de Letras"Um trabalho dessa ordem, pesquisando a linguagem falada do povo, das classes marginais tem, em nossos dias, uma importância muito grande para o estudo da lexicografia popular."
Dino Pretti, Professor da USP."Serra escarafunchou meio mundo, aqui e alhures, região por região, por todo esse Brasil imenso, a fim de registrar vocábulos e expressões de que se valem os brasileiros na sua prática coloquial cotidiana."
Blanchard Girão, Jornal ???p?ista.

"Trata-se de uma longa pesquisa em que você contribui valiosamante para o linguajar falado do brasileiro e isso ajuda sobremaneira a todos nós."
L.G. Do Nascimento Silva, ex-Ministro da Previdência e ex-Embaixador do Brasil em Paris."Desejo cumprimentá-lo pelo "Dicionário de Gíria" que você teve a coragem de iniciar a perseverança de levar a bom termo.
Osvaldo Della Giustina, ex-Reitor da Universidade de Tocantins.

"No seu livro, Serra e Gurgel, adverte que disseminação dessa forma de Linguagem, não raro também divulgada pelos meios de comunicação, pode estar levando o português falado no Brasil a se transformar numa língua ágrafa - ou seja, sem a correspondente representação gráfica para sua manifestação sonora."
Editorial do jornal A GAZETA, de Vitória, ES.

VEJA AS EDIÇÕES ANTERIORES DO JORNAL DA GÍRIA

Jornal Novembro de 1999
Jornal Dezembro de 1999
Jornal Janeiro de 2000
Jornal Fevereiro de 2000
Jornal Março de 2000
Jornal Abril de 2000
Jornal Maio/Junho de 2000
Jornal Julho/Agosto de 2000
Jornal Setembro/Outubro de 2000
Jornal Janeiro/Fevereiro de 2001
Jornal Março/Abril de 2001
Jornal Maio/Junho de 2001
Jornal Julho/Agosto de 2001
Jornal Setembro/Outubro de 2001
Jornal Novembro/Dezembro de 2001
Jornal Janeiro/Fevereiro de 2002
Jornal Março/Abril de 2002
Jornal Maio/Junho de 2002
Jornal Julho/Agosto de 2002
Jornal Novembro/Dezembro de 2002
Jornal Dezembro/02 - Janeiro/03
Jornal Janeiro/Fevereiro de 2003
Jornal Abril/Maio de 2003
Jornal Junho/Julho de 2003
Jornal Agosto/Setembro de 2003
Jornal Outubro/Novembro de 2003
Jornal Dezembro de 2003
Jornal Fevereiro/Março de 2004
Jornal Abril/Maio de 2004
Jornal Junho-Agosto de 2004
Jornal Setembro/Outubro de 2004
Jornal Novembro/Dezembro de 2004
Jornal Janeiro-Abril de 2005
Jornal Maio/Julho de 2005

Jornal Agosto/Outubro de 2005
Jornal Janeiro/Fevereiro de 2006
Jornal Março/Abril de 2006
Jornal Maio/Junho de 2006
Jornal Agosto/Setembro de 2006
Jornal Outubro/Dezembro de 2006
Jornal Janeiro/Fevereiro de 2007
Jornal Março/Abril de 2007
Jornal Maio/Julho de 2007
Jornal Agosto/Outubro de 2007
Jornal Novembro/Dezembro de 2007
Jornal Janeiro/Fevereiro de 2008

Jornal Março/Abril de 2008

Jornal Maio/Junho de 2008
Jornal Julho/Agosto de 2008
Jornal Setembro/Outubro de 2008
Jornal Novembro/Dezembro de 2008
Jornal Janeiro/Fevereiro de 2009
Jornal Março/Abril de 2009
Jornal Maio/Junho de 2009
Jornal Julho de 2009
Jornal Agosto de 2009
Jornal Setembro/Outubro de 2009
Jornal Novembro/Dezembro de 2009
Jornal Janeiro/Fevereiro de 2010
Jornal Março/Abril de 2010
Jornal Maio/Junho de 2010
Jornal Julho/Agosto de 2010
Jornal Setembro/Outubro de 2010
Jornal Novembro/Dezembro de 2010
Jornal Janeiro/Fevereiro de 2011
Jornal Março/Abril de 2011
Jornal Maio/Junho de 2011
Jornal Julho de 2011
Jornal Agosto de 2011
Jornal Setembro/Outubro de 2011
Jornal Novembro/Dezembro de 2011
Jornal Janeiro/Fevereiro de 2012
Jornal Março/Abril de 2012
Jornal Maio/Junho de 2012
Jornal Julho/Agosto de 2012
Jornal Setembro/Outubro de 2012
Jornal Novembro/Dezembro de 2012
Jornal Janeiro/Fevereiro de 2013
Jornal Marco/Abril de 2013
Jornal Maio/Junho de 2013
Jornal Julho/Agosto de 2013
Jornal Setembro de 2013
Jornal Outubro de 2013
Jornal Novembro/Dezembro de 2013
Jornal Janeiro/Fevereiro de 2014
Jornal Março/Abril de 2014
Jornal Maio/Junho de 2014
Jornal Julho/Agosto de 2014
Jornal Setembro/Outubro de 2014
Jornal Novembro/Dezembro de 2014
Jornal Janeiro/Fevereiro de 2015
Jornal Março/Abril de 2015
Jornal Maio/Junho de 2015
Jornal Julho/Agosto de 2015
Jornal Setembro/Outubro de 2015
Jornal Novembro/Dezembro de 2015
Jornal Janeiro/Fevereiro de 2016
Jornal Março/Abril de 2016
Jornal Maio/Junho de 2016


Jornal da Gíria Ano XVII- Nº105 – Julho e Agosto de 2016
 


Visite o nosso Facebook, com as últimas questões gírias e da língua portuguesa.

Clique nos ícones abaixo e veja ou ouça o que a equipe do Jornal da Gíria pesquisou sobre a língua portuguesa e que é do seu interesse conhecer.

Ouça aqui giria portuguesa e divirta-se ! (necessario PowerPoint )

 Veja o que mandou António Pinho, de Lisboa: A origem da língua portuguesa:

https://www.youtube.com/watch?v=EtBief6RK_I

Veja o que me mandou Rubem Amaral Junior  :

http://youtu.be/sTVgNi8FFFM

veja a despedida do trema  ! (necessario PowerPoint)

giria de angola : https://www.youtube.com/watch?v=YZdSGL54f-Y

Brasileirismos ! (necessario PowerPoint)

Tudo bem que sofremos para aprender outra Língua, mas eles(portugueses, angolanos, moçambicanos...)  também sofrem e sofrem mais para aprender a nossa...


Meia, Meia, Meia, Meia ou Meia?


A língua portuguesa é uma das mais difíceis do mundo, até para nós!
O português praticado no Brasil ...

*Na recepção dum salão de convenções, em Fortaleza*

- Por favor, gostaria de fazer minha inscrição para o Congresso.
- Pelo seu sotaque vejo que o senhor não é brasileiro. O senhor é de onde?
- Sou de Maputo, Moçambique.
- Da África, né?
- Sim, sim, da África.
- Aqui está cheio de africanos, vindos de toda parte do mundo. O      mundo está cheio de africanos.

- É verdade. Mas se pensar bem, veremos que todos somos  africanos, pois a África é o berço antropológico da humanidade...
- Pronto, tem uma palestra agora na sala meia oito.
- Desculpe, qual sala?
- Meia oito.
- Podes escrever?
- Não sabe o que é meia oito? Sessenta e oito, assim, veja: 68.
- Ah, entendi, *meia* é *seis*.
- Isso mesmo, meia é seis. Mas não vá embora, só mais uma    informação: A organização do Congresso está cobrando uma  pequena taxa para quem quiser ficar com o material: DVD,  apostilas, etc., gostaria de encomendar?
- Quanto tenho que pagar?
- Dez reais. Mas estrangeiros e estudantes pagam *meia*.
- Hmmm! que bom. Ai está: *seis* reais.
- Não, o senhor paga meia. Só cinco, entende?
- Pago meia? Só cinco? *Meia* é *cinco*?
- Isso, meia é cinco.
- Tá bom, *meia* é *cinco*.
- Cuidado para não se atrasar, a palestra começa às nove e meia.
- Então já começou há quinze minutos, são nove e vinte.
- Não, ainda faltam dez minutos. Como falei, só começa às nove e  meia.
- Pensei que fosse as 9:05, pois *meia* não é *cinco*? Você pode  escrever aqui a hora que começa?
- Nove e meia, assim, veja: 9:30
- Ah, entendi, *meia* é *trinta*.
- Isso, mesmo, nove e trinta. Mais uma coisa senhor, tenho aqui um  folder de um hotel que está fazendo um preço especial para os  congressistas, o senhor já está hospedado?
- Sim, já estou na casa de um amigo.
- Em que bairro?
- No Trinta Bocas.
- Trinta bocas? Não existe esse bairro em Fortaleza, não seria no  Seis Bocas?
- Isso mesmo, no bairro *Meia* Boca.
- Não é meia boca, é um bairro nobre.
- Então deve ser *cinco* bocas.
- Não, Seis Bocas, entende, Seis Bocas. Chamam assim porque há  um encontro de seis ruas, por isso seis bocas. Entendeu?
- Acabou?
- Não. Senhor é proibido entrar no evento de sandálias. Coloque  uma meia e um sapato...
 
O africano enfartou... 

 

 Em defesa do dr. Thomas Turbano Bustamante

Outros “juristas” consagrados se recusaram a subscrever a nota:

Dr. Decio Pinto
Dr. Caio Pinto
Dr. Aquino Rego
Dr. Joaquim Rola
Dr. Amancio Pinto
Dr. Marcus Grandes
Dra. Suzane Rego Grande

Dr, Paulo Armado
Dr, Ricardo Brochado
Dr. Caio Brochado da Rocha

Dr, Paulo Tejando
Dr. Anais do Senado e Silva
Dr. João Soares Marinho

 

 Marcelo Cunha: Uma belíssima aula de português!

Foi elaborado para acabar de vez com toda e qualquer dúvida se tem presidente ou presidenta.

A presidenta foi estudanta?

Existe a palavra: PRESIDENTA?

Que tal colocarmos um "BASTA" no assunto?
Miriam Rita Moro Mine - Universidade Federal do Paraná.
No português existem os particípios ativos como derivativos verbais. Por exemplo: o particípio ativo do verbo atacar é atacante, de pedir é pedinte, o de cantar é cantante, o de existir é existente, o de mendicar é mendicante... Qual é o particípio ativo do verbo ser? O particípio ativo do verbo ser é ente. Aquele que é: o ente. Aquele que tem entidade.
Assim, quando queremos designar alguém com capacidade para exercer a ação que expressa um verbo, há que se adicionar à raiz verbal os sufixos ante, ente ou inte. Portanto, a pessoa que preside é PRESIDENTE, e não "presidenta", independentemente do sexo que tenha. Diz-se: capela ardente, e não capela "ardenta"; se diz estudante, e não "estudanta"; se diz adolescente, e não "adolescenta"; se diz paciente, e não "pacienta". Um bom exemplo do erro grosseiro seria: "A candidata a presidenta se comporta como uma adolescenta pouco pacienta que imagina ter virado eleganta para tentar ser nomeada representanta. Esperamos vê-la algum dia sorridenta numa capela ardenta, pois esta dirigenta política, dentre tantas outras suas atitudes barbarizentas, não tem o direito de violentar o pobre português, só para ficar contenta".

 Por favor, pelo amor à língua portuguesa, repasse esta informação.

 

O pequeno dicionário da crise brasileira

POR ANA CLÁUDIA GUIMARÃES GLOBO 19/06/2016 10:00
 

Guardião-mor do templo da língua portuguesa, o imortal e filólogo pernambucano Evanildo Bechara, 88 anos, trocou dois dedos de prosa com Ana Cláudia Guimarães, da turma da coluna, sobre palavras que estão em voga em tempos de cólera política. E lembrou-se de “maracutaia”: “A palavra caiu em desuso”, diz o mestre, “mas o procedimento continua cada dia mais ativo”.

Delação premiada — Não cai em desuso. Delação pertence ao léxico da língua. É um sistema antigo em que a pessoa envolvida em um conluio fala das falcatruas de seus companheiros para ter a sua pena diminuída. Ela resolve expor os segredos da maracutaia.

Empoderamento Terá vida restrita. É uma palavra erudita. É uma palavra da moda que acaba cansando os ouvidos por não dizer nada à maioria das pessoas.

Lava-Jato — Desaparecerá no sentido de uma investigação a fim de prender culpados políticos. O lava a jato do posto de gasolina vai continuar. Embora o nome da operação tenha surgido por causa de um posto de combustível em Brasília envolvido em ilegalidades, a palavra passou a ser usada como uma metáfora, significando limpeza total de algo que esteja sujo. E não há nada mais sujo do que o cenário político brasileiro com essas propinas e maus políticos. Eles usam a política para se servirem, e não servir ao povo.

Mensalão e petrolão Apesar do sufixo “ão”, no aumentativo, as duas palavras têm sentido pejorativo. É para quem, por exemplo, recebe mensalidade em grande proporção. Diferentemente de quando usamos o sufixo para palavras relativas aos estádios e clubes de futebol. Neste caso, o sufixo “ão” é afetivo, de grande importância, indica afeição.

Narrativa — Vai continuar porque é, antes de tudo, uma palavra técnica. O romance é um gênero narrativo. É para justificar um discurso favorável a uma pessoa.

Pedaladas — É uma gíria do pessoal que trabalha com orçamento. A palavra vai cair porque ela foi uma das causas do prejuízo político da nossa presidente.

Presidenta — Embora exista no masculino e feminino, a palavra, aplicada para o cargo de presidente da República, como fez em todo o mandato a Dilma Rousseff, presidenta vai cair em desuso futuramente. É mais comum usarmos presidente para homens e mulheres. Além disso, se vier uma mulher como presidente, ela não vai querer se lembrar da Dilma, evitará a denominação presidenta. Eu até tenho uma possível explicação: acho que Dilma decidiu aderir ao “presidenta” porque uma das primeiras autoridades internacionais a telefonar para ela, logo assim que eleita no primeiro mandato, foi Cristina Kirchner. Em espanhol se usa presidenta. Talvez, ela tenha decidido adotar a palavra para homenagear o Mercosul, nesta acepção.

Vazamento — É também um termo geral na sua significação e, por isso, terá garantida a sua permanência na conversação diária.

 
Advinhe que ´é o personagem a História?

Sapo
Sapo Barbudo
Apedeuta
Pixuleco

Gato Mestre
Molusco
Grande Molusco
Nosso Guia
51
Bruxo
Alibabá
O premio: viagem ao mundo encantado de Curitiba ou ao Paraíso  Surrealista de Atibaia.
OS: quem tiverem conhecimento de outros atributos deposite neste site.

 
Debate Mundial sobre corrupção  da Transparência Inernacional

Vai uma lista de expressões que estão no DICIONARIO DE GIRIA e que significam  corrupção:

1, cinquinho por cento
2, dezinho
3, vintinho
4, trintinha
5, quarentinha
6, meia a meia
7, metade metade
8 ,corrupa
9, bola
10, bolada
11, na mão
12, na mão grande
13, por baixo do pano
14, verdinha
15, o meu
16, o nosso
17, o do chefe
18, o do chefão
19, o da chefia
20 rachuncho
21 caixa dois
22, caixa três
23., grana
24, granona
25. grana preta
26, nota preta
27, conta numerada
28, paraiso fiscal
29, mamata
30, negociata
31, marmelada
32, comissa
33, prestação de serviço
34, o do homem
35, o do homem lá de cima
36,o do nosso amigo
37, por fora
38, por conta
39, molhar a mão
40, sujar a mão
41, maracutaia
42, jabá
43, jabaculê
44, meter a mão
45, encher o bolso
46, levar na cueca
47 , colarinho branco
48, colarinho verde
49, tubarão
50, o do guarda

 
Se o leitor tem outros nomes e atributos de corrupção, deposite neste site, no link no final da página.

É uma contribuição a Transparência Internacional.

 

deposite aqui sua giria



Descrição: http://www.cruiser.com.br/giria/Image22.jpg

 

 


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