O inglês é falado por 1,5 bilhão de pessoas;
O chinês por 1,2 bilhão;
O indu por 1,0 bilhão;
51 línguas são faladas por uma pessoa
1.500 línguas são faladas por menos de mil pessoas;
240 línguas são faladas por 96% dos seres humanos.
Acredita-se que daqui a l00 anos restarão 100 línguas;
24 daqui a 300 anos.
O inglês, espanhol e chinês e espanhol sobreviverão.
O português será incorporado pelo espanhol.

A Língua Portuguesa

No período medieval, o português nasceu da cisão do galaico-português em dois falares distintos (galego e português).
A sua estrutura de língua novi-latina manteve-se mas recebeu, ao longo do seu período de formação, a contribuição de outras línguas, especialmente o árabe e as línguas germânicas.
No período renascentista, o grego e, principalmente, o latim erudito contribuíram para uma maior variedade vocabular, e para a estruturação lingüística e gramatical.
Com as Grandes Navegações e as Descobertas, a língua portuguesa adotou vocábulos de diferentes origens.
Nos séculos XVIII e XIX, sofreu influência do francês.
No século XX, do inglês.

As línguas no Brasil

Antes de 1.500 havia 1.175 línguas.
Hoje são menos de 200. Certamente línguas indígenas.
O Brasil não tem dialetos.
No máximo, tem regionalismos.

A língua portuguesa no Brasil

Os descobridores, os primeiros povoadores e os padres falavam o português.
Os índios potiguaras, viatãs, tupiniquins, caetés, tupinambás, guaranis, carijós, tapuias, aymorés, goytacazes e tamoios falavam suas línguas. Foram identificadas na costa cerca de 76 nações e línguas. Só no Amazonas existiam mais de 150. Os estudos das línguas indígenas começaram com o padre biscaino João Azpicuelta Navarro.
Os bandeirantes falavam a língua geral, mistura de português com as línguas indígenas
Em 1583, as línguas africanas foram introduzidas no Brasil com a chegada de quatro mil escravos da Guiné. Sofreriam alterações findo o tráfico. Nina Rodrigues foi o primeiro a estudar as línguas e os dialetos da Guiné, Angola, Moçambique, Costa da Mina, Daomé e Sudão, predominando o nagô e o ioruba, na Bahia, e o quibundo, no Norte e no Sul.
Em 1595, em Coimbra, foi publicada por Antônio de Mariz a “Arte de Gramática da Língua mais usada na costa do Brasil”, feita pelo padre José de Anchieta que também elaborou “Diálogo da Doutrina Cristã” e “Arte da língua brasílica” a que todos os jesuítas deviam ler.
Em 1727, Dom João V fez saber ao governador do Maranhão que os índios deveriam ser instruídos na língua portuguesa.
Em 1755 em São Luís e Belém só se falava a língua tupica, inclusive nos púlpitos das igrejas.
Em 1757, O Código do Marques de Pombal ou a Lei do Diretório tinha por objetivos vulgarizar a língua portuguesa Com ela se conseguiu mudar a língua do Pará, São Paulo e Maranhão, determinando o ensino da língua portuguesa.
Em 1768, o guarani era a língua usada na intimidade em S ???p?ão Paulo.
Em 1823, José Honório Rodrigues registrou in “Humanidades”, revista da UnB: A vitória real da língua portuguesa no Brasil só foi registrada 300 anos depois da chegada dos descobridores, quando os brasileiros falaram pela primeira vez sua própria língua, em reunião pública, nos debates da Assembléia Constituinte de 1823”
O português é falado em sete países, espalhados por cinco continentes, por mais de 230 milhões de pessoas.
181,0 milhões no Brasil
18,9 milhões em Moçambique
12,0 milhões em Angola
10,0 milhões em Portugal
4,5 milhões de portugueses na Europa, América do Norte e América do Sul
1,1 milhão em Guiné Bissau
1,0 milhão em Macau, Timor Leste, Goa, Damão e Diu
434,0 mil em Cabo Verde
134 mil em São Tomé e Príncipe
A língua portuguesa tem um acervo de 500 mil palavras.
A 1ª edição do Vocabulário Ortográfico da Língua Portuguesa, da Academia Brasileira de Letras, em 1981, coordenado por Antonio Houais, registrou 360 mil palavras
Admite-se que hoje hajam:
160 mil na língua viva do Brasil e
140 mil na língua viva em Portugal.
Reformas Ortográficas na Língua Portuguesa
Em 1911, Portugal adotou a 1ª reforma ortográfica
Em 1931, foi aprovado o 1° Acordo Ortográfico entre Brasil e Portugal por iniciativa da Academia Brasileira de Letras e a Academia das Ciências de Lisboa
Em 1943, foi adotada a 1ª Convenção Ortográfica entre Brasil e Portugal
Em 1945, adotou-se a Convenção Ortográfica Luso Brasileira, em Portugal e não no Brasil.
Em 1971, foi promulgada Lei, no Brasil, reduzindo as divergências ortográficas com Portugal, com a simplificação.
Em 1973, foi promulgada Lei, em Portugal, reduzindo as divergências ortográficas com o Brasil.
Em 1975, a Academia das Ciências de Lisboa e a Academia Brasileira de Letras elaboraram novo projeto de acordo que não foi aprovado oficialmente.
Em 1986, realizou-se no Rio de Janeiro o primeiro encontro da comunidades dos países de língua portuguesa, tendo a Academia Brasileira de Letras apresentado o Memorando Sobre o Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa. Também se realizou o Encontro de Verificação Ortográfico da Língua Portuguesa, que teve como Secretário Geral Antonio Houaiss, que apresentou o documento Bases Analíticas da Ortografia Simplificada da Língua Portuguesa, em 1945, renegociada em 1986.
Em 1990, a Academia das Ciências de Lisboa convocou novo encontro juntando uma Nota Explicativa do Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa, assinado por representantes de Angola, Brasil, Cabo Verde, Guiné-Bissau, Moçambique, Portugal e São Tomé e Príncipe, e estabelecendo que o Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa entrará em vigor em 1 de janeiro de 1994...

Há quem afirme que:
Uma criança usa 1.000 palavras
Um adulto, 2.000;
Uma pessoa culta, 5.000
Um pessoa erudita, 10.000.
O bra ???p?sileiro médio usa 2.000 palavras
Dicionários
O Dicionário da Academia Brasileira de Letras tem 72 mil verbetes
O Dicionário de Antonio Houaiss 228.500
O Dicionário Michaelis 200.000
O Dicionário do Aurélio 160.000
O Dicionário Larousse Ilustrado 35.000
O Dicionário da Academia das Ciências de Lisboa 120.000l
O maior Dicionário do mundo é o Oxford English Dictionary com 615.00 verbetes. A 1ª edição saiu em 1927, depois de 48 anos de pesquisas, com 414.825.
A gíria no Brasil teria um acervo de:
50 mil palavras.
No meu Dicionário, 28 mil
No de Viotti, 5 mil (1957)
No de Nascentes. 2,5 mil (1953)
No de Amadeu Amaral, 2,0 mil (1922)
No de Elysio Carvalho, 500 (1912)
No de Bock l,0 mil (1903)
As referências sobre gírias
Em Portugal, nos séculos
XVI (Gil Vicente, Jorge Ferreira de Vasconcelos)
XVII (Dom Francisco Manuel de Melo)
XVIII (padre Rafael Bluteau e Manoel Joseph Paiva)
No Brasil,
XIX (Manuel Antonio de Almeida, Aloizio de Azevedo, J.Romaguera Correa)
XX (Bock, Elysio de Carvalho, Amadeu Amaral, Antenor Nascentes, Manuel Viotti, Monica Rector, Dino Pretti)

Como nascem as gírias.

Muita gente pergunta pelo correio eletrônico, bem como em entrevistas, encontros, seminários etc como nascem as gírias. ???p?
As formas são muitas:
1) neologismos, novas palavras com a lógica da língua, seja pela morfologia ou fonética;
2) metaplasmos
3) bordões, jargões, refrões, chavões, clichês, gritos de guerra, palavras de ordem, etc
4) palavrões e calões
5) ditados, ditos e expressões populares, frases feitas, frases de efeito
6) modismos induzidos, especialmente na tevê, um bordão que vira modismo
7) modismos tecnificados, especialmente na publicidade, uma frase, um slogan, uma palavra de ordem que vira modismo
8) regionalismo, caipirismo
9) vícios de linguagem, barbarismos, solecismos
9) palavras inventadas
10) corruptelas ou corrutelas
11) duplo significado. Na etimologia, uma coisa. Na gíria, outra
12) inclusão ou supressão de letras e sílabas
3) preguiça de se pronunciar a palavra por inteiro
14) simplificação da linguagem.

A maior palavra
A maior palavra da língua portuguesa não é anticonstitucionalissimamente, como durante muito tempo se falou, mas Pneumoultramicroscopicossilico- vulvcanoconiotico, com 46 letras., que significa estado de que é acometido de uma doença rara provocada pela aspiração de cinzas vulcânicas.

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"Esta obra é rica de signos e ???p? significados. Concordo com a observação do autor de que ela "é a manifestação da língua viva", representando apreciável vertente do nosso vernáculo."
Arnaldo Niskier, ex-Presidente da Academia Brasileira de Letras

"Quero dizer-lhe, muito lealmente, que você levou a bom termo alguma coisa de extremo interesse presente a futuro não só para a nossa lingua formal presente, mas também para a informal, cujos enlaces você não deixou de apontar."
Antonio Houaiss, ex-Ministro da Cultura e membro da Academia Brasileira de Letras."Gostei muito do Dicionário. É bom. Acho que Houaiss tem razão."
Marcos Vinicius Vilaça, Ministro do Tribunal de Contas da União e membro da Academia Brasileira de Letras"Um trabalho dessa ordem, pesquisando a linguagem falada do povo, das classes marginais tem, em nossos dias, uma importância muito grande para o estudo da lexicografia popular."
Dino Pretti, Professor da USP."Serra escarafunchou meio mundo, aqui e alhures, região por região, por todo esse Brasil imenso, a fim de registrar vocábulos e expressões de que se valem os brasileiros na sua prática coloquial cotidiana."
Blanchard Girão, Jornal ???p?ista.

"Trata-se de uma longa pesquisa em que você contribui valiosamante para o linguajar falado do brasileiro e isso ajuda sobremaneira a todos nós."
L.G. Do Nascimento Silva, ex-Ministro da Previdência e ex-Embaixador do Brasil em Paris."Desejo cumprimentá-lo pelo "Dicionário de Gíria" que você teve a coragem de iniciar a perseverança de levar a bom termo.
Osvaldo Della Giustina, ex-Reitor da Universidade de Tocantins.

"No seu livro, Serra e Gurgel, adverte que disseminação dessa forma de Linguagem, não raro também divulgada pelos meios de comunicação, pode estar levando o português falado no Brasil a se transformar numa língua ágrafa - ou seja, sem a correspondente representação gráfica para sua manifestação sonora."
Editorial do jornal A GAZETA, de Vitória, ES.

VEJA AS EDIÇÕES ANTERIORES DO JORNAL DA GÍRIA

Jornal Novembro de 1999
Jornal Dezembro de 1999
Jornal Janeiro de 2000
Jornal Fevereiro de 2000
Jornal Março de 2000
Jornal Abril de 2000
Jornal Maio/Junho de 2000
Jornal Julho/Agosto de 2000
Jornal Setembro/Outubro de 2000
Jornal Janeiro/Fevereiro de 2001
Jornal Março/Abril de 2001
Jornal Maio/Junho de 2001
Jornal Julho/Agosto de 2001
Jornal Setembro/Outubro de 2001
Jornal Novembro/Dezembro de 2001
Jornal Janeiro/Fevereiro de 2002
Jornal Março/Abril de 2002
Jornal Maio/Junho de 2002
Jornal Julho/Agosto de 2002
Jornal Novembro/Dezembro de 2002
Jornal Dezembro/02 - Janeiro/03
Jornal Janeiro/Fevereiro de 2003
Jornal Abril/Maio de 2003
Jornal Junho/Julho de 2003
Jornal Agosto/Setembro de 2003
Jornal Outubro/Novembro de 2003
Jornal Dezembro de 2003
Jornal Fevereiro/Março de 2004
Jornal Abril/Maio de 2004
Jornal Junho-Agosto de 2004
Jornal Setembro/Outubro de 2004
Jornal Novembro/Dezembro de 2004
Jornal Janeiro-Abril de 2005
Jornal Maio/Julho de 2005

Jornal Agosto/Outubro de 2005
Jornal Janeiro/Fevereiro de 2006
Jornal Março/Abril de 2006
Jornal Maio/Junho de 2006
Jornal Agosto/Setembro de 2006
Jornal Outubro/Dezembro de 2006
Jornal Janeiro/Fevereiro de 2007
Jornal Março/Abril de 2007
Jornal Maio/Julho de 2007
Jornal Agosto/Outubro de 2007
Jornal Novembro/Dezembro de 2007
Jornal Janeiro/Fevereiro de 2008

Jornal Março/Abril de 2008

Jornal Maio/Junho de 2008
Jornal Julho/Agosto de 2008
Jornal Setembro/Outubro de 2008
Jornal Novembro/Dezembro de 2008
Jornal Janeiro/Fevereiro de 2009
Jornal Março/Abril de 2009
Jornal Maio/Junho de 2009
Jornal Julho de 2009
Jornal Agosto de 2009
Jornal Setembro/Outubro de 2009
Jornal Novembro/Dezembro de 2009
Jornal Janeiro/Fevereiro de 2010
Jornal Março/Abril de 2010
Jornal Maio/Junho de 2010
Jornal Julho/Agosto de 2010
Jornal Setembro/Outubro de 2010
Jornal Novembro/Dezembro de 2010
Jornal Janeiro/Fevereiro de 2011
Jornal Março/Abril de 2011
Jornal Maio/Junho de 2011
Jornal Julho de 2011
Jornal Agosto de 2011
Jornal Setembro/Outubro de 2011
Jornal Novembro/Dezembro de 2011
Jornal Janeiro/Fevereiro de 2012
Jornal Março/Abril de 2012
Jornal Maio/Junho de 2012
Jornal Julho/Agosto de 2012
Jornal Setembro/Outubro de 2012
Jornal Novembro/Dezembro de 2012
Jornal Janeiro/Fevereiro de 2013
Jornal Marco/Abril de 2013
Jornal Maio/Junho de 2013
Jornal Julho/Agosto de 2013
Jornal Setembro de 2013
Jornal Outubro de 2013
Jornal Novembro/Dezembro de 2013
Jornal Janeiro/Fevereiro de 2014
Jornal Março/Abril de 2014
Jornal Maio/Junho de 2014
Jornal Julho/Agosto de 2014
Jornal Setembro/Outubro de 2014
Jornal Novembro/Dezembro de 2014
Jornal Janeiro/Fevereiro de 2015
Jornal Março/Abril de 2015
Jornal Maio/Junho de 2015
Jornal Julho/Agosto de 2015
Jornal Setembro/Outubro de 2015
Jornal Novembro/Dezembro de 2015
Jornal Janeiro/Fevereiro de 2016
Jornal Março/Abril de 2016
Jornal Maio/Junho de 2016
Jornal Julho/Agosto de 2016
Jornal Setembro/Outubro de 2016


Jornal da Gíria Ano XVII- Nº107 – Novembro e Dezembro de 2016
 


Visite o nosso Facebook, com as últimas questões gírias e da língua portuguesa.

Clique nos ícones abaixo e veja ou ouça o que a equipe do Jornal da Gíria pesquisou sobre a língua portuguesa e que é do seu interesse conhecer.

Ouça aqui giria portuguesa e divirta-se ! (necessario PowerPoint )

 Veja o que mandou António Pinho, de Lisboa: A origem da língua portuguesa:

https://www.youtube.com/watch?v=EtBief6RK_I

Veja o que me mandou Rubem Amaral Junior  :

http://youtu.be/sTVgNi8FFFM

veja a despedida do trema  ! (necessario PowerPoint)

giria de angola : https://www.youtube.com/watch?v=YZdSGL54f-Y

Brasileirismos ! (necessario PowerPoint)

É DOLOROSO, MAS É REAL

ESTÃO AVACALHANDO A GIRIA

Na medida em que a omissão dos ministérios da Educação e da Cultura resplandece, em que os exames revelam a tragédia no aprendizado da escrita e da linguagem, cresce o Produto Nacional Bruto da Burrice e da Ignorancia

17 anos atrás quando coloquei a Gíria em livro e na Web eram poucas as manifestações sobre a gíria. Pouquíssimas. Hoje, a coisa tumou um rumo tipico do que acontece na linguagem padrão: uma mixórdia. Ninguem se entende mais. Uma “nova classe” danou-se a produzir gíria, a partir de sua condição de total desrespeito à lingua portuguesa. Para esta gente,  tudo que produz é gíria. Calma gente, muita calma. A gíria tem começo , meio e fim. Tem lógica. Tem raízes na cultura dos grupos e das etnias que compõem o grupo social que somos. Não é um conjunto de expressões desconexas  ou conectadas por uma vontade aleatória que será gíria. Pode ser que as expressões circulem em grupos restritos, mas daí a ser considerada gíria vai uma distancia muito grande.

Pegar um palavreado em inglês e projeta-lo num grupo exlusivo e dizer que é isso é gíria, é dose. Mais: gíria aplicada ao português, super dose.

Voltaremos ao assunto.

Tempos atrás, quando Lula chegou ao poder, o lulês iniciou sua trajetória.
José Simão, o amigo do Ricardo Boechat, na Bandnews, já escrevia como Macaco Smão, na  Folha de São Paulo, o Dicionário Lulês, que virou livro pela Editora do Bispo, e que deve ser confrontado. Na realidade, inúmeras publicações anônimas divulgavam o tucanês muito em moda em Brasília, com a chegada dos petralhas e da companheirada ao poder. Eram felizes e não sabiam. Depois do mensalão e do petróleo, iniciaram o ciclo da “mortandela” e se lascaram.
Vai esta nova versão para um curso de lules comparado, de alto nível,na altura do tríplex...

Pequeno Dicionário da Novilíngua Lulista (Edição Consolidada 105 verbetes)

 
A
aliança governista. 
Maior ajuntamento de partidos de aluguel do planeta. 

aloprado. 1. Companheiro pilhado em flagrante durante a execução de bandalheiras concebidas para favorecer candidatos do PT ao governo de São Paulo. 2. Vigarista engajado em alguma campanha eleitoral de Aloízio Mercadante.

analfabetismo. 1. Deficiência que foi promovida a virtude no começo do século para apressar a chegada de um enviado da Divina Providência ao Palácio do Planalto. 2. Qualidade depreciada por reacionários preconceituosos, integrantes da elite golpista e louros de olhos azuis. 3. Marca de nascença da Primeira Mãe.

anistiado político. Companheiro que só divergiu do regime militar para investir na carreira de perseguido e garantir uma velhice confortável como pensionista do Bolsa Ditadura.

apagão. Blecaute ocorrido em lugares governados por adversários do PT. (Ver blecaute)

asilo político. Instrumento jurídico que beneficia todo terrorista condenado em outros países por crimes comuns ou atos de terrorismo.

B
base aliada.
 1.Base alugada. 2. Bando formado por parlamentares de diferentes partidos que arrendam a fidelidade ao governo, por prazo determinado,  em troca de ministérios com porteira fechada (cofres incluídos), verbas no Orçamento da União, nomeações para cargos público, dinheiro vivo e favores em geral. 3. Quadrilha composta por deputados e senadores.

blecaute. Apagão ocorrido em lugares governados pelo PT. (Ver apagão)

blogueiro progressista. 1. Jornalista que jamais conseguiu emprego ou fracassou nos principais órgãos de comunicação e hoje sobrevive na internet alugado ao governo. 2. Gente que vive de escrever mas seria reprovada na prova de português do ENEM mesmo que soubesse antecipadamente as questões escolhidas pelos organizadores. 3. Ex-jornalistas que enriquecem em campanhas difamatórias patrocinadas por corruptos.

Bolívar (Simón). Herói das guerras de libertação da América do Sul que reencarnou no fim do século passado com o nome de Hugo Chávez.

bolivariano. Comunista que finge que não é comunista.

Bolsa Família. Maior programa de compra oficial de votos do mundo.

BNDES. Banco que usa dinheiro dos pagadores de impostos para financiar obras encomendadas pelo governo a empresas privadas que têm patrimônio suficiente para distribuir mesadas de bom tamanho a todos os pagadores de impostos.

C
camarada de armas.
  Companheiro diplomado em cursinho de guerrilha que só disparou tiros de festim; guerrilheiro que ainda não descobriu onde fica o gatilho do fuzil. (Ex.: Dilma Rousseff e José Dirceu são camaradas de armas.)

cargo de confiança. 1. Empregão reservado a companheiros do PT ou parceiros da base alugada, que nem precisam perder tempo com concurso para ganhar um tremendo salário sem trabalhar. 2. Boquinha (pop.).

cartão corporativo. Objeto retangular de plástico que permite tungar o dinheiro dos pagadores de impostos sem dar satisfação a ninguém e sem risco de cadeia.

Casa Civil. 1. Conjunto de salas no 4° andar do Palácio do Planalto que, entre 2003 e 2011, foi controlado por casos de polícia que entram sem bater no gabinete presidencial. 2. Esconderijo; tugúrio; catacumba. 3. Sede de quadrilhas formadas por amigos ou parentes do ministro-chefe. 4. Antigo nome da atual Casa Covil, rebatizada em homenagem aos ex-inquilinos José Dirceu, Dilma Russeff, Erenice Guerra e Antonio Palocci.

Comissão da Verdade. 1. Grupo de companheiros escalados para descobrir qualquer coisa que ajude a afastar a suspeita, disseminada por Millôr Fernandes, de que a turma da luta armada não fez uma opção política, mas um investimento. 2. Entidade concebida para apurar  crimes cometidos pelos outros.

companheiro. Qualquer ser vivo ou morto que ajude Lula a ganhar a eleição.

concessão. Entrega ao controle da iniciativa privada de empresas, atividades ou setores administrados até então por governos do PT. (Ver privatização)

conselho de ética. Grupo formado por pessoas que não acham antiético roubar o cofrinho de moedas da filha, tungar a aposentadoria da avó ou vender a mãe.

consultor. 1. Companheiro traficante de influência. (Ex: Antonio Palocci é consultor). 2. Companheiro que facilita negócios escusos envolvendo o governo e capitalistas selvagens. (Ex: José Dirceu é consultor). 3. Companheiro que, enquanto espera um cargo no governo federal, recebe mesadas e indenizações de empresas que favoreceu no emprego antigo ou vai favorecer no emprego novo. (Ex: Fernando Pimentel é consultor)

contrato sem licitação. Assalto aos cofres públicos sem risco de cadeia.

controle social da mídia. Censura exercida por videntes treinados pelo PT para adivinhar o que o povo quer ver, ler ou ouvir. (Ver democratização da mídia)

convênio. Negociata feita em parceria por um ministério ou estatal e uma ONG de araque ou empresas controladas pelo ministro ou por amigos e parentes do ministro.

Copa do Mundo. Negócio da China.

corrupção. 1. Forma de ladroagem praticada por adversários do governo. 2. Forma de coleta de dinheiro que, praticada por companheiros, deve ser tratada como um meio justificado pelos fins. 3. Hobby preferido dos parceiros da base alugada.

crime comum. Assassinato de um prefeito do PT por motivos político-financeiros, associados a divergências entre integrantes de um esquema de arrecadação de dinheiro sujo. (Ex.: A morte de Celso Daniel foi um crime comum)

Cuba. 1. Ditadura que só obriga o povo a ser feliz de qualquer jeito. 2. Forma de democracia que prende apenas quem discorda do governo.

cueca. Cofre de uso pessoal utilizado no transporte de moeda estrangeira adquirida criminosamente.

D
democratização da mídia.
 1. Erradicação da imprensa independente. 2. Entrega do controle dos meios de comunicação a jornalistas companheiros, estatizados ou arrendados. (Ver controle social da mídia)

direita. Categoria em que devem ser enquadrados todos os partidos e indivíduos que não obedecem às ordens de Lula. (Exs: O PSOL é de direita; Hélio Bicudo é de direita)

ditador. Tirano a serviço do imperialismo estadunidense. (Ver líder)

ditadura do proletariado. Forma de democracia tão avançada que dispensa o povo de votar ou dar palpites porque os companheiros dirigentes sabem tudo o que o povo quer.

doutor honoris causa. Diploma conferido a ex-presidentes que nunca leram um livro, não sabem escrever e acham que “honoris” é um Honório com erro de revisão.

E
elite golpista.
 Balaio socioeconômico que junta todos os bilionários, os ricos, os integrantes da classe média velha ou nova, os pobres e  os miseráveis que não votam no PT.

erro. 1. Crime cometido por companheiros. 2. Caso comprovado de corrupção envolvendo ministros ou altos funcionários do segundo escalão ou de empresas estatais.

espetacularização do nada. Expressão decorada pela Primeira Companheira para ensinar que o que parece um tremendo escândalo é só uma distorção visual decorrente de um tipo de miopia causado por efeitos especiais produzidos pela imprensa.

esquerda. 1. Categoria que abrange todos os que apoiam Lula. 2. Conglomerado que junta em torno do mesmo chefe militantes do PT, antigos servidores da ditadura militar, coronéis de grotão, senhores feudais, capitalistas selvagens, socialistas que só pensam em dinheiro e  órfãos do Muro de Berlim. (Exs: José Dirceu é de esquerdaJosé Sarney é de esquerda)

F
factoide.
 Fato relevante que, para não deixar o PT ainda pior no retrato, deve ser exibido em tamanho 3 por 4 e em matizes de rosa.

faxina ética. 1. Limpeza simulada para aumentar a sujeira.  2. Truque concebido para convencer o eleitorado de que Dilma Rousseff não conheceu nem de vista gatunos com os quais conviveu durante oito anos. 3. Serviço executado por faxineiras que não conseguem viver sem lixo por perto.

faxineira. Fantasia usada por Dilma Rousseff para fingir que varreu o lixo empurrado para baixo do tapete ou guardado no bolso do avental.

Fernando Henrique Cardoso. 1. Ex-presidente que, embora tivesse ampla maioria no Congresso, fez questão de aprovar a emenda da reeleição com a compra de três votos no Acre só para provocar o PT. 2. Governante que, depois de oito anos no poder, só conseguiu inaugurar a herança maldita.

FHC. 1. Grande Satã; demônio; capeta; anticristo;. satanás; diabo. 2. Assombração que vive aceitando debater com Lula só para impedir que o maior governante de todos os tempos se dedique a ganhar o Nobel da Paz. 3. Sigla que, colocada nas imediações do SuperLula, provoca no herói brasileiro efeitos semelhantes aos observados no Super-Homem perto da kriptonita verde.

financiamento de campanha. Expressão usada por integrantes da quadrilha chefiada por José Dirceu e por testemunhas de defesa em depoimentos na polícia ou na Justiça sobre o escândalo do mensalão.

Foro de São Paulo. 1. Feira internacional que agrupa remanescentes de espécies ideológicas extintas na Europa e em expansão na América Latina. 2. Quermesse destinada a arrecadar fundos para a Irmandade dos Órfãos do Muro de Berlim.

G
governabilidade. 
1. Graça concedida a governantes que são justos na divisão dos lucros. 2. Palavrão que justifica todas as barganhas bandidas entre o Planalto e a base alugada.

greve: 1. Forma de luta a serviço dos oprimidos (quando a paralisação prejudica  governos contrários ao PT). 2. Forma de chantagem a serviço dos opressores do povo (quando a paralisação prejudica governos controlados pelo PT)

grupo insurgente. Organização terrorista que se opõe ao imperialismo ianque. (Ex: As Farc são um grupo insurgente)

H
herança maldita. 
Conjunto de mudanças ocorridas durante o governo FHC que incluem o Plano Real, a estabilização da moeda, a privatização de estatais em frangalhos, a modernização da telefonia, a Lei de Responsabilidade Fiscal, a consolidação da democracia e a fixação das diretrizes da política econômica que Lula manteve.

I
imprensa popular
: 1. Ajuntamento de meios de comunicação patrocinados por estatais ou empresas beneficiadas por obras públicas, que publicam textos escritos por quem presta vassalagem ao governo e ao PT por vassalagem, idiotia ou dinheiro.

inclusão social. Transferência de pobres para a classe-média sem aumento salarial.

inundação. Desastre natural provocado por chuvas fortes que, embora se repitam em todos os verões desde o século passado, continuam surpreendendo o governo.

IPEA (Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada). 1. Fábrica de brasileiros da nova classe média.  2. Clube de alquimistas especializados na transformação de pobre em ex-pobre sem aumento de salário.

J
justiça social
. Expressão que, repetida cinco vezes por dia durante dois anos, induz um catador de lixo a acreditar que a única diferença que o separa de um banqueiro é que um deles dá gorjeta e o outro recebe.

L
líder.
 Ditador inimigo do imperialismo estadunidense. (Ver ditador)

livro didático do MEC. Inovação educacional que ensina a recitar sem constrangimentos frases como “nós pega os peixe” ou jurar sem hesitação que 10 menos 7 é igual a 4.

M
malfeito.
 Crime praticado por bandidos de estimação do governo federal ou do PT.

maracutaia. 1. Expressão popularizada por Lula no século passado na discurseira que denunciava o que todos os outros partidos faziam. 2. Expressão abolida por Lula desde que o PT passou a fazer mais e melhor que todos os outros partidos.

marco regulatório. 1. Conjunto de normas, leis e diretrizes que, se não fossem atropeladas pelo governo de meia em meia hora, garantiriam o bom funcionamento de setores nos quais agentes privados prestam serviços de utilidade pública. 2. Balaio de leis que não pegaram.

Mensalão. Maior escândalo que não existiu entre todos os outros ocorridos no Brasil desde o Descobrimento.

mercadante. Gente que revoga até o que considera irrevogável.

meu querido/minha querida. Expressões usadas por Dilma Rousseff quando está conversando em público com jornalistas ou ministros e não pode soltar o palavrão entalado na garganta.

mídia golpista: Imprensa independente.

militância. Rebanho formado por ovelhas tão obedientes que, se o Grande Pastor ordenar, tentará atravessar o despenhadeiro sem ponte.

ministério. 1. Equipe formada por 38 nulidades sob o comando de um neurônio solitários. 2. Prova definitiva de que o Brasil aprendeu a funcionar sem governo.

moralismo udenista. Doença que induz o portador a acreditar que todos são iguais perante a lei, que corrupção é crime e que lugar de ladrão é na cadeia.

MST. 1. Entidade financiada pelo governo para fazer a reforma agrária e levar à falência a agricultura. 2. Movimento formado por lavradores que não têm terra e, por isso mesmo, não sabem plantar nem colher.

N
?.
 Corruptela de “não é?” usada pela Primeira Companheira para permitir que o neurônio solitário repouse alguns segundos depois de uma frase sem pé nem cabeça e antes de outra que não tem começo, meio ou fim.

neoliberalismo. Doutrina pessoalmente concebida pelo demônio para disfarçar de novidade o capitalismo selvagem do século 19.

no que se refere. Expressão usada pela Primeira Companheira para avisar que lá vem besteira.

nuncaantesnestepaís. 1. Expressão decorada pelo Primeiro Companheiro para ensinar ao rebanho que o Brasil começou em 1° de janeiro de 2003 e que foi ele quem fez tudo, menos Fernando Henrique Cardoso.

O
Olimpíada de 2016. 
1. Versão em escala cósmica dos Jogos Pan-Americanos mais bandalhos da história. 2. Competição esportiva que começa com a conquista da medalha de ouro pela equipe que representa o Brasil na modalidade assaltos orçamentais. 3. Negociata do século. 

ONG. Organização não-governamental sustentada por negociatas governamentais.

ou seja. Expressão usada pelo Primeiro Companheiro para avisar que, como também não entendeu o que acabou de dizer, vai recitar o mesmo mistério com outras palavras.

Orçamento. 1. Montanha de reais extorquidos dos pagadores de impostos que financia a gastança em Brasília. 2. Bolo de dinheiro dividida em fatias desiguais que o governo reparte entre os partidos da base alugada para garantir a governabilidade. (Ver governabilidade)

P
PAC
. Maior concentração de canteiros de obras abandonados do planeta.

palestrante. Disfarce adotado por Lula para ganhar 200 mil dólares de empresários amigos para dizer, em 50 minutos, o que passou oito anos dizendo de graça a cada meia hora.

PIG. Partido da Imprensa Golpista, segundo os blogueiros estatizados agrupados no Partido da Imprensa Governista (PIG).

passaporte diplomático. Documento usado por filhos, netos e agregados do ex-presidente Lula para furar a fila da alfândega e entrar em outros países sem mostrar o que levam na bagagem.

pedra fundamental. Obra do PAC que não será construída mas já foi inaugurada.

PT: Seita que tem uma estrela vermelha como símbolo e Lula como único deus.

petista: 1. Devoto de Lula. 2. Indivíduo convencido de que foi Lula quem criou o Brasil. 

Petrobrás. 1.Estatal fundada para cuidar dos interesses do Brasil na OPEP depois da Descoberta do Petróleo, uma das mais notáveis façanhas de Lula. 2. Empresa que, quanto mais produz, mais dinheiro perde. 3. Buraco negro.

política externa independente. 1. Conjunto de diretrizes concebidas para garantir que o Brasil esteja sempre contra os Estados Unidos e a favor do Irã, de Cuba, da Coreia do Norte e da Venezuela. 2. Escola diplomática onde se aprende a, diante de uma encruzilhada, escolher invariavelmente o caminho errado.

Predo II. Dom Pedro II segundo Lula. (Ver Transposição do São Francisco)

pré-sal. Presente que Lula ganhou de Deus por ter dispensado o Pai de continuar cuidando do Brasil.  

presidenta. Forma de tratamento usada por candidatos a Sabujo do Ano ou companheiros com medo daquele pito que fez José Sérgio Gabrielli cair na choradeira.

presunção de inocência. Figura jurídica usada no Brasil Maravilha para ensinar que todo lulista culpado é inocente.

privatização.  Entrega ao controle da iniciativa privada de empresas, atividades ou setores administrados até então por governos inimigos do PT. (Ver concessão)

R
recursos não-contabilizados.
 1. Caixa dois. 2. Dinheiro extorquido sem recibo de donos de empresas que enriquecem com a ajuda do governo, empreiteiros de obras públicas ou publicitários presenteados com contratos sem licitação.

reforma ministerial.  1. Substituição de ministros pilhados em flagrante pela imprensa independente. 2. Substituição de ministros obrigados a deixar o cargo para disputar a próxima eleição. 3. Troca de seis por meia dúzia.

Regime Diferenciado de Contratação (RDC). Malandragem que dispensa de licitações e limitação de gastos todos os contratos envolvendo obras ou serviços supostamente vinculados à Copa da Roubalheira e à Olimpíada da Ladroagem.

revisão de contrato. Reajuste de sobrepreços e propinas.

S
segundo escalão:
 Cabide de empregos que o governo usa para estimular, saciar ou diminuir a fome e a sede do PMDB.

sindicalista. Companheiro que abandonou o emprego regular no século passado para exercer o lucrativo ofício de pelego.

sindicância interna. Investigação feita por companheiros especializados em absolver por falta de provas.

Sírio-Libanês. Hospital a que recorrem Altos Companheiros com problemas de saúde para que o SUS, que está perto da perfeição, tenha mais vagas para os miseráveis, os pobres e a nova classe média inventada pelo IPEA. (Ver SUS)

SUS. Filial em tamanho gigante do Sírio-Libanês reservada a quem não tem dinheiro para internar-se na matriz. (Ver Sírio-Libanês)

T
taxa de sucesso.
 Propina embolsada por filhos, parentes e agregados de Erenice Guerra que usavam a influência da chefe da quadrilha e da Casa Covil para permitir que algum empresário malandro continuasse a fechar contratos com o governo sem ter cumprido o combinado em contratos anteriores. (Ex: Israel Guerra subiu na vida não porque é gatuno, mas por colecionar taxas de sucesso)

Transposição do São Francisco. Tapeação multibilionária inventada pelo ex-presidente Lula para ser promovido a Dom Pedro III. (Ver Predo II)

trem-bala. Trem fantasma que partiu da cabeça de Lula e estacionou na cabeça de Dilma Rousseff, onde vai atravessar o século em companhia do neurônio solitário.

U
União Nacional dos Estudantes (UNE). 
1. Entidade que representou os universitários brasileiros até ser estatizada em 2003 e transformar-se na União Nacional dos Estudantes Amestrados (UNEA), premiada pela vassalagem ao governo com uma sede nova projetada por Oscar Niemeyer. 2. Balcão de compra e venda de carteirinhas que garantem meia-entrada. 3. Curso de doutorado em maracutaias reservado a futuros ministros do Esporte. 4. Clube recreativo  dirigido por estudantes que demoram 15 anos para concluir um curso que dura cinco.  (Ver UNEA)

V
veja bem.
 Expressão usada pelo Primeiro Companheiro para avisar que vai descrever uma paisagem do Brasil Maravilha que só ele  enxerga

 

 Criação da Política Nacional de Leitura e Escrita será analisada por comissão

Da Redação | 06/09/2016, 10h25 - ATUALIZADO EM 06/09/2016, 10h38

·                 http://www12.senado.leg.br/noticias/materias/2016/09/06/criacao-da-politica-nacional-de-leitura-e-escrita-sera-analisada-por-comissao/leitura_20140410_01803.jpg/@@images/image/imagem_materia
Biblioteca pública Mário de Andrade, em São Paulo
Cris Castello Branco/Governo SP

Proposições legislativas

Projeto que incentiva a leitura, a escrita, a literatura e as bibliotecas de acesso público está pronto para votação na Comissão de Educação, Cultura e Esporte (CE). O Projeto de Lei do Senado (PLS) 212/2016, da senadora Fátima Bezerra (PT-RN), institui a Política Nacional de Leitura e Escrita (PNLE).

— A leitura, a escrita e a literatura são elementos indissociáveis e fundamentais para o desenvolvimento humano. Por meio delas, homens e mulheres são capazes de criar uma nação que compreende seus desafios e buscar soluções para a construção de um país justo, sustentável e democrático — argumenta a senadora.

Entre os objetivos do projeto, estão os de promover a literatura e fomentar os processos de criação, formação, pesquisa, difusão e troca de conhecimento literário e acadêmico em território nacional e no exterior, para autores e escritores, por meio de prêmios, intercâmbios e bolsas. E incentivar a criação e implantação de planos estaduais e municipais do livro e da leitura, em fortalecimento ao Sistema Nacional de Cultura.

Para o alcance dos objetivos da Política Nacional de Leitura e Escrita, a senadora sugere a elaboração do Plano Nacional do Livro e Leitura (PNLL), que estabelecerá metas e ações, nos termos do regulamento da PNLE. Esse plano deverá viabilizar a inclusão de pessoas com deficiência, observadas as condições de acessibilidade e o disposto nos acordos, convenções e tratados internacionais que busquem facilitar o acesso a obras literárias.

O relator da proposta na CE, senador Paulo Paim (PT-RS) afirma, em seu relatório pela aprovação, que considerando o passado recente do país, anterior à universalização do acesso ao ensino fundamental, é indispensável à existência de mecanismos complementares às políticas educacionais propriamente ditas.

— Ações voltadas para a ampliação da oferta de livros, instalação de bibliotecas e centros culturais correlatos, entre outras medidas, são essenciais para que os benefícios da leitura sejam consolidados — afirmou.

Paim propôs, no entanto, emenda alterando as datas previstas no projeto, relativas ao Plano Nacional do Livro e Leitura. Ele sugere que o plano seja elaborado nos primeiros seis meses do mandato do chefe do Poder Executivo, e não até o final do primeiro ano do mandato, como no texto de Fátima Bezerra. A duração do plano, segundo o relator, deverá ser de 10 anos, enquanto no projeto original prevê-se quatro anos.

Prêmio

No PLS 212/2016, a senadora Fátima Bezerra também sugere a criação do Prêmio Vivaleitura, que seria concedido no âmbito da Política Nacional de Leitura, para valorizar e reconhecer as melhores experiências que promovam o livro, a leitura, a escrita, a literatura e as bibliotecas. O ato seria em conjunto do Ministério da Cultura e do Ministério da Educação.

Política de incentivo permanente à leitura será votada na Comissão de Educação

Da Redação | 26/07/2016, 09h11

·                 http://www12.senado.leg.br/noticias/materias/2016/07/26/politica-de-incentivo-permanente-a-leitura-sera-votada-na-comissao-de-educacao/BIBLIOTECA_02___20131206_00807ad.jpg/@@images/image/imagem_materia

Alessandro Dantas/Agência Senado

·         Para Fátima Bezerra, sua proposta é uma forma de superar o caráter descontinuado e pulverizado que têm caracterizado às iniciativas de estímulo à leitura

Proposições legislativas

Está pronto para entrar na pauta na Comissão de Educação, Cultura e Esporte (CE) o projeto de lei (PLS 212/2016) que institui a Política Nacional de Leitura e Escrita. Da senadora Fátima Bezerra (PT-RN), a proposta já recebeu relatório favorável do senador Paulo Paim (PT-RS). De acordo com o texto, a política terá o objetivo de ser uma estratégia permanente para promover o livro, a leitura, a escrita, a literatura e as bibliotecas de acesso público no Brasil.

Essa política terá como diretrizes a universalização do direito ao acesso ao livro, à leitura, à escrita, à literatura e às bibliotecas; o fortalecimento do Sistema Nacional de Bibliotecas Públicas e articulação com as demais políticas de estímulo à leitura, ao conhecimento, às tecnologias e ao desenvolvimento educacional, cultural e social do país, especialmente com a Política Nacional do Livro. O objetivo principal será democratizar o acesso ao livro e aos diversos suportes da leitura por meio de bibliotecas de acesso público, dentre outros espaços de incentivo à leitura, de forma a ampliar os acervos físicos e digitais e as condições de acessibilidade.

"Este projeto configura as bases institucionais para superarmos o caráter descontinuado e pulverizado com que as iniciativas de estímulo à leitura têm sido historicamente implementadas", afirma Fátima Bezerra na justificação de sua proposta.

O texto estabelece que o Poder Executivo deverá elaborar o Plano Nacional de Leitura e Escrita. O parecer favorável do relator altera a periodicidade da elaboração desse plano, que é de 4 em e 4 anos no projeto original e passa para 10 em 10 anos, no relatório. Paim também alterou a data de entrega do plano, que deverá acontecer até os seis primeiros meses do mandato do presidente da República, ao invés de ser até o fim do primeiro ano do mandato de acordo com o projeto original.

"Um país como o Brasil não pode prescindir de uma política que fortaleça mecanismos institucionais de incentivo à leitura e à escrita. Considerando nosso passado recente, anterior à universalização do acesso ao ensino fundamental, é indispensável a existência de mecanismos complementares às políticas educacionais propriamente ditas. Ações voltadas para a ampliação da oferta de livros, instalação de bibliotecas e centros culturais correlatos, entre outras medidas, são essenciais para que os benefícios da leitura sejam consolidados", afirma Paim no relatório.

A proposta estabelece também a criação do Prêmio Vivaleitura, a ser concedido com o objetivo de estimular, fomentar e reconhecer as melhores experiências que promovam o livro, a leitura, a escrita, a literatura e as bibliotecas.

A proposta será votada em caráter terminativo na comissão. Se aprovada e não houver recurso para ser analisada em Plenário, poderá seguir para a Câmara dos Deputados.

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

 
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